quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Tiles

Tiles normalmente é rotulada como uma banda de Prog Metal ou Heavy Progressivo; é certo que eles vivem mesmo nessa fronteira, assim como Enchant e Threshold, ou até mesmo o Dream Theater, sendo que a principal e mais clara influência deles vem do Rush. Aliás, a influência não fica só na esfera musical, pois já contaram com a produção do lendário Terry Brown e a participação de Hugh Syme (que não só fez algumas capas mas também tocou em dois discos), além disso, ninguém menos que Alex Lifeson contribuiu com sua personalíssima guitarra na música ‘Sacred & Mundane’- do novíssimo disco ‘Fly Paper’. Também já participaram em gravações os ilustres Matthew Parmenter (Discipline – teclados, violino e vocais), Kim Mitchell (Max Webster – guitarra), Nate Mills (Run With Kittens – vocais), Sonya Mastick (percussionista que já gravou com vários artistas consagrados) e a cantora Allanah Myles.Paul Rarick (vocais), Chris Herin (guitarras, violões e teclados) e Mark Evans (bateria e percussão) se juntaram em 1993 e para gravar o primeiro disco chamaram Kevin Chown para gravar o baixo, e ele ainda contribuiu com alguns backing vocals. Depois de lançarem o primeiro disco, em 1994, o baixista Jeff Whittle se juntou definitivamente à banda. Em 1999 Mark Evans deu lugar a Pat DeLeon, que assumiu as baquetas logo após as gravações de ‘Presents Of Mind’ até 2007, quando Evans retornou ao seu posto.
Desde o início o Tiles teve grande aceitação e ganhou o respeito não só do público e da crítica especializada, mas também o de vários músicos de renome, como Ian Anderson (Jethro Tull) e Mike Portnoy (Dream Theater), que com seus elogios e indicações ajudaram a alavancar a carreira da banda.
Com o tempo, o som e amadureceu bastante; do início mais chegado a um som que ficava entre Dream Theater, Queensrÿche e Rush, até agora, fazendo um rock progressivo pesado e coeso, com bastante técnica, habilidade e, acima de tudo, estilo próprio.
Confira aqui o site oficial da banda.

Tiles (1994)
12 faixas, VBR 192/256, 90,33mb
Sharebee

Fence The Clear (1997)
14 faixas, VBR 224/256
Parte 1 (68,78mb) – Sharebee
Parte 2 (54,45mb) – Sharebee

Presents Of Mind (1999)
12 faixas, VBR 160/256, 88,3mb
Sharebee

Window Dressing (2004)
Disco 1: 11 faixas, VBR 160/224, 95,43mb – Sharebee
Disco 2: 8 faixas, VBR 160/192, 56,78mb – Sharebee

Fly Paper (2008)
8 faixas, VBR 192/224, 73,02mb
Sharebee

3 comentários:

Esquadrão SS disse...

Opa Marcello! Tá mandando muito bem nos posts. Ainda não ouvi com grandes detalhes, mas sei que é coisa boa. Já ouviu Zaal? Se não, eu subo um link pra você. Não tem erro em gostar! Abraço!

Marcello L. a.k.a. Maddy Lee disse...

Graaaaande Rodolfo!
Tiles é muito bom, curto o som deles já tem um bom tempo, o disco novo melhora a cada audição, realmente muito bom também.
Quanto ao Zaal, o disco que você tem o 'La Lama Sottile'? Na verdade, nem sei se eles lançaram outro além desse, mas esse eu tenho e é sensacional; de repente eu o disponibilizo aqui qualquer hora dessas.
Valeu, meu camarada.
Grande abraço.
ML

PROGRESSIVU disse...

PELO AMOR DE DEUS PARA DE DIZER QUE ESSAS MERDAS QUE ROCK MEDIOCRE SAO ROCK PROGRESSIVO, DREAM THEATHER E TANTAS OUTRAS MERDAS DE BANDAS NAUM SAO PROGRESSIVAS, PROGRESSIVO NAUM EH UMA MUSIQUINHA LONGA OU COM PARADINHAS, MAIS SIM UMA FILOSOFIA, ESSAS MERDAS DE BANDAS NAUM SEGUEM NADA DAS ANTIGAS E VERDADEIRAS BANDAS DE ROCK PROGRESSIVO, PORTANTO O SOM QUE ESSAS BANDAS DE METAL MEDIOCRE FAZEM E SO ROQUINHO MEDIOCRE, PURA MERDA, POR FAVOR NAUM MISTUREM ESSA MERDA COM O ROCK PROGRESSIVO QUE EH OUTRA COISA.....