segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Finisterre




Finisterre (1995)






In Limine (1996)







In Ogni Luogo (1999)







Harmony Of The Spheres (2002)






La Meccanica Naturale (2004)





Finisterre é uma das principais bandas italianas, senão a principal, na retomada do rock progressivo com sonoridade e estética setentista, surgida em meados da década de 90. Entre suas principais influências estão bandas como Genesis, King Crimson, PFM, Le Orme, New Trolls e Banco Del Mutuo Soccorso, contudo a maior influência vem da música erudita, mesmo que utilizem muitos toques de jazz (principalmente nos primeiros) e folk em seus discos, além de alguma coisa de música medieval também. O certo é que, apesar de todas essas influências, a música que fazem é bastante original e de muito bom gosto, graças a arranjos bem equilibrados e à qualidade técnica de todos os músicos.
Infelizmente a banda se dissolveu após o lançamento de ‘La Meccanica Naturale’, mas os músicos seguem em atividade com outros projetos como o Höstsonaten e La Maschera Di Cera.
Aí estão os cinco discos de estúdio que lançaram, entre eles ‘Harmony Of The Spheres’ que contém sobras de estúdio, participações em tributos, raridades e faixas ao vivo. Aproveitem!

Links (3,32kb) – Sharebee

16 comentários:

Sr do Vale disse...

Maddy, há no Finisterre e Hostsonaten, muita sensibilidade, músicas que me tocam profundamente.

Obrigado.

Sr do Vale disse...

P.S.: Você conhece o trabalho de alguma das bandas brazucas, que irão tocar no festival de São Caetano?
Veja o cartaz em: www.partículaspessoal.blogspot.com

Marcello L. a.k.a. Maddy Lee disse...

Valleyman,
das 4 bandas que se apresentarão só conheço Nave e Sigma, gosto das duas, um pouco mais da Sigma. Nunca vi show de qualquer delas, mas pelo preço e pela iniciativa, eu iria nos dois dias e levaria mais de 1kg de alimento e ainda arrebanharia uma galera pra ir junto. Cara, que saudade de assistir uns shows bacanas... Vai lá e depois me conta, com certeza será muito bom.
Grande abraço.
ML

Esquadrão SS disse...

Grande Marcello, ouvi a parte dois do grupo holandês e achei a audição meio áspera. Não é o tipo de música que constumo ouvir. A parte um veio errado, mas vou baixar de novo e tentar ouvir alguma coisa a mais.
Agora, em relação ao Finisterre (fico pensando na pronúncia... alguém manja?), o post foi incrível! A grande alma do negócio são as camas de teclado/piano. Foda! Não tinha os dois primeiros discos. E já posso esperar coisa boa também.
Eu tenho um pouco de receio de discos ao vivo. Quando tem uma banda que não conhece bem eu prefiro ficar com o de estudio pra captar a intenção do album. Fica excluído as jam bands. Em se tratando de Queen, nunca escutei um ao vivo do começo ao fim. Boa chance.
Abração!

Marcello L. a.k.a. Maddy Lee disse...

Grande Rodolfo,
se você tiver mais algum problema com a 1ª parte do Q65 me avise; o som é assim mesmo, meio tosco, foi gravado em 1966, 2 canais, sacumé...
Finisterre se pronuncia exatamente como você imagina, como se fosse em português. Compartilho contigo a opinião sobre discos ao vivo: tentar reproduzir no palco o som que conseguiu no estúdio é sempre complicado, perde-se muito em vários sentidos - mesmo que às vezes espontaneidade e criatividade contrabalancem. Esse do Queen é show de bola; esqueci de dizer que é a versão remasterizada, de alta qualidade.
Grande abraço.
ML

Esquadrão SS disse...

Ouvindo algumas vezes mais o Finisterre, percebi algo que deixa a desejar nos albuns. É a gravação das guitarras. Acho que elas deveriam ser melhoradas na execução e alguns poucos detalhes na escolha do timbre Nada posso dizer da escolha das notas etc. É só uma impressão que eu tive. Mas sensibilidade que o Sr do Vale disse, compartilho inteiramnete.
Abraço a todos!

Marcello L. a.k.a. Maddy Lee disse...

Pois é, Rodolfo, as guitarras não são o forte no Finisterre, mas, ao meu ver, não chegam a ser um ponto muito fraco, até porque a banda tem muitos pontos ao seu favor e, no final, somos nós que lucramos com um monte de músicas excelentes.
Abração!
ML

ProgShine disse...

Finisterre, a primeira vez que ouvi foi o La Meccanica Naturale, que nos primórdios, antes mesmo da banda larga e antes do Rapidshare e os blogspots dominarem tudo, eu baixei através de um Gmail rsrsrsrs

É simplesmente uma banda linda, minha música favorita? La Mia Identità :)

Marcello L. a.k.a. Maddy Lee disse...

Diegão,
e eu que tentava achar algo deles no Kazaa?... Impossível!
Valeu!
ML

Claudio Melo disse...

Como faço pra baixar os cds do Finisterre? Sempe tive curiosidade de conhecer o trabalho dos caras. Não da pra sair comprando sem saber. Obrigado por posta-los!

Marcello 'Maddy Lee' L. disse...

Caro Cláudio,
para fazer o download siga os passos:
1. clique em Sharebee (onde tem escrito 'Links (3,32kb) – Sharebee'), no final da postagem.
2. quando abrir a página do Sharebee, clique me Megaupload (acho que é o único ainda ativo)
3. depois que abrir a página do Megaupload, digite o código e aguarde a contagem
4. clique em Download Grátis (ou algo parecido)
5. o conteúdo deste primeiro download é uma página do Word contendo os links referentes a cada disco do Finisterre.
6. daí pra frente é só seguir o mesmo procedimento.
Boa sortee divirta-se com o Finisterre!
Valeu!
ML

P.S.: Se você curte rock progressivo e tiver a oportunidade de comprar esses discos, mesmo sem ouvir antes, você não vai se arrepender, porque são mesmo muito bons.

claudio disse...

Po, amigo, brigadão! Eu curto muito os trabalhos do Fabio Zufanti, to amarrado no Höstsonten e seu que o Finisterre segue uma linha prog de altissima qualidade. Li a respeito no progarchives.com e fiquei interessado em conhecer a banda. Valeu mesmo. Longo live to Pantano Elétrico!!!

Marcello 'Maddy Lee' L. disse...

Graaaaaaaande Cláudio!
Aproveita que já tá na onda do Zuffanti e encara mais essa postagem aqui: http://opantanoeletrico.blogspot.com/2008/02/os-trabalhos-de-fabio-zuffanti.html

Acho que todos esses discos realmente valem a pena ter em CD original. Só não curto muito a banda de post-rock do Zuffanti (Madrugada), porque acho que várias poutras do mesmo estilo bem mais interessantes; aliás, o disco solo dele é bem mais post-rock do que prog.

Valeu!
ML

Marcello 'Maddy Lee' L. disse...

Poutzzzz, fiz a maior confusão, a banda de post-rock do Zuffanti se chama LaZona...
Valeu!
ML

Claudio Melo disse...

Marcelo, estou me deliciando com o Spheres do Finisterre! Mesmo os tributos ao VDG, Camel, etc estão muito bons, uma delicia ouvi-los!
Dá pra ter orgasmos múltiplos! Tudo isso ao seu blog, cara! Valeu! Eu jamais sairia comprando uma banda que eu nao conhecesse antes!

Marcello 'Maddy Lee' L. disse...

Faaaaaaaaaaaaala, Cláudio!
Maravilha, né? Eu também sou amarradão no Harmony Of Spheres e nunca entendi as muitas críticas que já li sobre esse álbum.
Não sei se você já viu, mas postei na semana passada os discos do Höstsonaten que estavam faltando.
Agora, se vocÊ já gostou tanto assim do som só ouvindo o mp3, acho que vai enlouquecer de vez quando tiver o CD original, com sonzão não compactado e encartes completos - aí, meu caro, é que vais ter orgasmos múltiplos e prolongados!! rsrsrsrsrsrsrs
Abração!
ML