Não vou dizer ‘adeus’ ou ‘até logo’, porque realmente não tenho a menor idéia de quando voltarei a postar, nem mesmo sei se voltarei a postar, mas, mesmo assim, sempre que puder eu passarei aqui para responder comentários e, também, visitar os amigos.
Como é normal nessas situações, andei revendo todo o trabalho que fiz no blog, mas logo desisti de contar quantas postagens foram até agora, quantos discos disponibilizei, quantos links eu subi, quantos comentários... Parei por aí porque essa coisa de número, matemática, nunca foi o meu forte... Mas uma certeza ficou: a de que conheci um monte de gente bacana graças ao
Pântano. E esse era um dos meus intuitos ao entrar nesse mundo ‘mucho loco’ – conhecer pessoas bacanas e trocar informações sobre música e idéias em geral. No meio do caminho acabei fazendo grandes amizades, que carregarei comigo pro resto da vida e isso, sim, era totalmente inesperado e não tem preço.
Também, fico com uma boa sensação, meio que de dever cumprido, que tem um quê de orgulho, ao constatar o quanto aprendi e evoluí desde que comecei lá nos primórdios do
Delirium Dust, e com isso consegui desenvolver um trabalho bem caprichado e (por que não?) de grande qualidade – nada mal para quem sempre foi três zeros à esquerda em se tratando de informática.
Vou aproveitar esta oportunidade para fazer uns (muitos) agradecimentos – no bom e velho estilo que vemos em tantos encartes (rsrs):
Primeiro, à
Paloma, mais conhecida como
Janis; uma mulher incrível (que tem um bom gosto musical excepcional, para uma mulher... rsrsrsrs) e que teve uma paciência absurda ao me ensinar todos os caminhos das pedras nesse emaranhado informático; graças a isso construímos uma bela amizade e ela se transformou numa das pessoas mais importantes da minha vida, me aturando e dando força em todos os meus piores e melhores momentos, mesmo que só tenhamos nos visto uma única vez na vida. Minha querida
Lady Fantasy Iommi DiMeola Coverdale – eu te amo! Nunca, nem em todas as poesias, encontrarei palavras que consigam expressar todo o meu agradecimento.
Segundo, ao
Hebag, porque o
Dead End foi o primeiro blog dedicado a disponibilizar discos que conheci e que, logo de cara, me espantou por ter montes daqueles discos que eu procurava havia décadas e, também, por sempre atender aos pedidos mais absurdos que eu fiz (rsrs). Foi lá que conheci várias bandas que nunca tinha ouvido falar até então, como
Porcupine Tree,
Pineapple Thief,
Iona e
Karnataka, por exemplo, e, também, através a caixa de comentários, que conheci a
Paloma. Acima de tudo, o
Dead End foi a minha maior inspiração, não só para ingressar no
Delirium Dust, como também para não desistir jamais, mesmo que DMCA, gravadoras, trolls e chatos em geral nos tenham perseguido como loucos nos últimos anos.
Hélio, meu grande camarada, o
Mestre dos Magos (rsrs), um grandessíssimo abraço!
Terceiro, ao trio de recém-amigos-de-infância:
Edson, César & Miguelito. Nem vou falar nada, vocês já sabem tudo. A amizade de vocês e suas famílias, mesmo que vocês nem sequer suponham tal coisa, ajudou demais a amenizar a solidão e o isolamento em que vivo aqui nessa terra onde '
Judas perdeu os cotos dos pés'. Obrigado por tudo, por terem me aberto as portas de suas casas e por terem entrado na minha vida de maneira tão musicalmente barulhenta.
Vocês são ‘OS CARAS’!!Quarto, aos amigos que vêm me acompanhando aqui na caixa de comentários, desde o começo ou não. Graças aos deuses a lista é tão grande que não dá pra citar um por um, mas aqui vão alguns:
Alice, Roderick Verden, Rochacrimson, Miranda, Robur, Lelo, Ayres, Franck, Ana e tantos e tantos – me desculpem os que não citei, mas minha memória já não está tão boa assim... Enfim, a todos vocês que vêm comentando, conversando, sugerindo, opinando e sendo sempre muito bacanas comigo, eu dedico o meu mais profundo agradecimento, pois
O Pântano Elétrico foi feito para vocês e vocês me ajudaram a fazê-lo e trazê-lo até aqui.
Eu também não poderia deixar de mencionar alguns blogueiros, que fazem a diferença nessa nossa rede de amizades: em especial o
Diego Progshine (mega super hiper amigo improvável, certeiro colaborador e com quem venho trocando e-mails e muitos papos desde há muito tempo); também, os amigos ‘irmãos’
Sr do Vale (grande e originalíssimo artista, meu ‘personal banner stylist’ – rsrsrs) &
Noslen Ed Azuos (o
PoetApoen que de contrário só tem o nick);
ZéNato (Yin),
Celso Loooooooos (Yang),
Yerblues (o arqueólogo do rock!) & toda a galera do
Seres da Noite (o melhor, mais sacana e divertido bate-papo de todos os blogs);
Rodolfo ‘Esquadrão SS’ (que me ajudou pra caramba numa época complicada); irmão
Lícino (ah, eu não podia deixar passar essa... rsrs)
Big Clash (o rockeiro mineiro mais gente boa que já conheci);
Al Woody (o primeiro a fazer um comentário nessa birosca!! grande camarada, ainda vamos fazer um som juntos!);
Nino (o mais gentil blogueiro do pedaço);
Dagon ‘El Manguaça’ (meu xará, meu amigo) &
Guzz (abrazz, rapazz! Prog neles!!);
Danilo Biondi (o ‘filho perdido’ do prog);
Fernando BolaDeFogo (keep on fuckin’ rockin’!!);
Lu Gasp (a artista que é a mais linda flor nesse jardim elétrico cheio de espinhos lisérgicos); o museólogo
Rock Progressivo (até hoje não tenho a mínima idéia do seu nome... rsrsrs) e suas ótimas raras raridades;
Vicente Adeodato (que tinha tudo pra ter desistido do seu blog, mas continuou firme e forte, inspirando-nos, assim, a sempre continuar);
Moisés RockSession - agora
Grobsession (que também passou por vários perrengues, mas nunca desistiu do blog – e muito menos do prog!);
JF, do
Série Echoes (sua paixão pela boa música já é uma recompensa em si);
Paulinho Claro (tu tá fazendo uma falta danada, maluKo!);
Prof. Paulão (aquela entrevista foi uma terapia e tanto!! rsrsrs);
Wellington (o
Bem3Meias do
Metal Militia, meu amigo há tanto tempo, mas companheiro de blogagens há tão pouco);
Capitão BigMac & tripulantes do Voo 7177 (sempre em excelentes viagens);
Dagda (que ainda não consegui tirar da caverna...);
Márcia Brasil-il-il (sua contramão é uma via expressa para o melhor do prog); Sidon das LibéRulas (suas coletâneas só não são melhores do que as capas que você cria);
Cleber ‘Mestre T. M.’ (o caçador de raridades brasileiríssimas);
Menegon (alquimista de venenos de primeira linha para mentes psicotropicamente musicais);
Pirata do Rock (força, meu amigo!);
Pirata do Prog (mude de endereço à vontade, só não deixe de me avisar!!),
Sérgio Sônico (você sumiu, sumi também...);
Edu Malcriado (o amigo que veio importado de uma certa
Zona...);
TiaZulMariana (querida amiga que está vivendo entre cangurus que comem yaksoba);
Lawrence David ‘LD Lourenço Laurêncio’ David (o zappamaníaco gente fina que me salvou com seus textos providenciais - e que nem precisaram de revisão!! rsrsrs); last, but not least, minha querida
BatSobrinha DiaBiazinha (que só me dá alegrias literárias e rubro-negras).
Pra fechar a tampa, ainda faltam dois muitíssimo especiais.
Eu nunca falei dele aqui, mas os que me conhecem fora dessa ‘esfera’ sabem o quanto esse moleque é importante na minha vida:
Z, de
ZeNilton, ou melhor
José Nilton, meu ‘quase filho’, pupilo e aprendiz, um assombro no bandolim, meu pequeno gênio. O
Z me adotou desde que cheguei aqui nessa terra quente e cheia de mosquitos; foi a primeira criança em que bati os olhos quando cheguei e logo achei graça porque é um garoto tipicamente brasileiro, miscigenado, com a pele vermelha que herdou de seus avós (a pele mais verdadeiramente vermelha que já vi na vida!), magrelinho como eu era na idade dele e com aquela inquietude nos olhos, nas maneiras e no sorriso banguela. Quando o vi andando de lá pra cá, ansiosamente, foi impossível não o associar à personagem principal do filme/animação ‘
Formiguinhaz’ – era o próprio
Z que estava ali na minha frente! – e quando perguntei seu nome, ‘
Zênilto, doutor...’, eu não acreditei na ‘coincidência’! (rsrsrs) Desde então o chamo de
Z e ele não desgrudou; aprendeu as notas musicais em uma tarde, em dois meses já arriscava um cavaquinho; em seis já tocava ‘
Brasileirinho’ no bandolim melhor que muito marmanjo; agora que a mão cresceu quer tocar mais guitarra que o ‘
Édivanrralein’ ou o ‘
Dimipeiji’ (rsrsrssrs). Todos nós temos que agradecer a ele, pois muitos dos discos disponibilizados aqui (principalmente nos dois últimos meses) foram ripados por ele, da mesma forma que os scans dos encartes; sem contar o quanto me ajudou a upar todos esses discos (tudo isso graças a um propinato de subornol na forma de um carregamento de caixas de paçoca e guaraná Antarctica! rsrsrsrsrs) – uma salva de palmas pro
Z! (ééééé!!!!) –
Z, meu pequeno grande amigo, você vai ler isso e guardar: eu te amo e de tudo e todos que deixarei nessa terra, você será de quem mais sentirei falta. Cuide de tudo aí pra mim, OK?
Finalmente, e nem é pra fazer média (hehehe), vem a minha querida amada idolatrada salve salve
Ludmila. A
Lud é motivo e razão suficiente pra eu deixar tudo pra trás; se ela me dissesse ‘vamos pro inferno?’, eu só me demoraria pra pegar o protetor solar... rsrs Como se não bastasse tudo o que faz por mim, do brownie de chocolate com avelãs ao seu imensurável amor, ela nunca, mas nunca mesmo, reclamou sequer uma mísera vez do tempo que eu gasto com o
Pântano. Essa menina me conquistou assim bem ‘mineiramente’, com calma e precisão; quando me dei conta, já era, eu já estava irremediavelmente enfeitiçado. Começamos do jeito errado, porque eu não a conhecia e ela já veio morar comigo, quando, depois de eu ter expulsado (rsrs) meu velho ‘
room mate’ (que além de ser um zoneiro de marca maior, tinha um chulé que até hoje impregna aquele velho quarto - rsrsrs) veio dividir esse mesmo quarto comigo. Em menos de uma semana nós já éramos os melhores amigos e o que era pra ser provisório (ela dividir um quarto com um homem), logo se tornou a coisa mais natural e perfeita, já que ambos somos quase uns ‘
freaks’ em matéria de organização... rsrsrs Depois, quando consegui me transferir para uma casa, era mais do que natural que ela me acompanhasse. Mesmo com o falatório do povo (acho que todos aqui devem saber como funciona o sistema de fofocas numa cidade pequena), só viemos a ficar juntos um tempão depois. A coisa demorou a engrenar, mas não desgrudamos mais. Nem desgrudaremos. Minha linda, só te amar não é suficiente pra mim, você sabe disso. Obrigado por fazer parte da minha vida e por me deixar fazer parte da sua.
Galera, é isso aí... É melhor parar por aqui, antes que abelhas (ou ursos!) ataquem seus computadores, depois de tanto mel escorrido... rsrsrsrsrs
O serviço está feito e ainda deixei mais quatro postagens muito especiais programadas para as próximas semanas; só não sei quando poderei responder seus comentários e não quero fazer promessas vãs.
Vou nessa. Torçam por mim, pois torcerei por todos vocês. Sejam felizes, divirtam-se sem moderação, mas com juízo. Se forem dirigir, não bebam; se forem beber, chamem
César, Edson, Dagon... rsrsrsrs
Qualquer hora dessas, eu apareço, incertamente...

Obrigado por tudo.
Grande abraço pra todos.
Valeu!
Fiquem em paz!
Marcello ‘Maddy Lee’