quinta-feira, 6 de março de 2008

After Crying

Desde 1987 os húngaros do After Crying vêm fazendo uma música única no universo do rock progressivo. Baseados tanto na música clássica e de vanguarda quanto no rock progressivo setentista e no rock em geral, essa banda de formação variável, uma verdadeira comunidade musical, vem lançando excelentes álbuns desde 1990.
Péter Pejtsik (violoncelo, baixo, violino, teclados e vocais) é o único que está desde a formação e tocou em todos os discos, mas vários outros músicos de destaque fizeram e fazem parte da banda como Vedres Csaba (teclados), Gábor Egervári (flauta, vocais, e narração), Ferenc Torma (guitarras e teclados), Balázs Winkler (trompete e teclados), Zsolt Madai (bateria, percussões e vibrafone), Judit Andrejszki (vocais), Zoltán Bátky-Valentin (vocais), Zoltán Lengyel (teclados), Pál Makovecz (trombone), Aladár Tüske (fagote), Ottó Rácz (oboé), entre muitos outros.A música do After Crying é complexa, cheia de climas, mudanças de andamento, arranjos orquestrais e solos de instrumentos variados. Podemos reconhecer, em alguns momentos, algo de bandas mais antigas como The Enid, Focus, ELP, Renaissance, Yes, Genesis e outras, mas isso se deve muito mais por terem todos eles bebido na mesma fonte do que por ser uma influência direta, apesar de todos eles utilizarem meios parecidos para um mesmo fim: Arte em forma de Música.Estou disponibilizando aqui os seis discos de estúdio e o principal ‘ao vivo’ que lançaram, além de um bootleg do início da carreira (gravação de uma apresentação, que era vendido pelos próprios membros da banda em fita cassete).

Links (3,55kb) – Sharebee

12 comentários:

Sr do Vale disse...

Maddy, sonzeira, After Crying é daquelas bandas que eu nunca imaginaria conhecer se não fosse pelos amigos.

Obrigado.

Esquadrão SS disse...

E ae Marcello! Bem, depois de algumas audições - claro que longe de escutar tudo -, fiquei abasbacado com as postagens. Friends... pode ser o gênero que for que é bem agradável e com ótimos arranjos. Fireball é um rock bem bacana. Ouvi também os outros discos do Tiles e o vocal que ficou pra trás da banda. Um pouco só... hehe Mas no geral a banda é muito competente e dosada como eu já falei.
E After Crying é uma loucura, os caras juntam tudo e fazem uma salada só. E ainda fica bom. Tinha o Struggle For Life e o Six. O primeiro me agradou mais. Vou poder conferir o resto agora. Uma banda que faz algo similar é Trans-Siberian Orchestra. Só tenho a agradecer pelos excelentes uploads que tem feito ultimamente. Brigadão! Abraço

joaojjjjjr disse...

Mestre Monstro,

Esses eu ainda não tinha tido a chance. Muito bons. Vou precisar dar uma escutada mais atenciosa, bem legal.
Voltando a uma vaca bem fria, antes disse-me que morou aqui em brasília um tempo lá no começo dos noventas. Daqueles nomes que citou, agradava-me imensamente assistir ao Mel da Terra. Cara, demais mesmo, seria se tivesse aquele raríssimo trabalho de estréia deles (mescla de 14bis/cor do som) mas até interessante (pelo que me lembro).
Aproveitando esse colóquio, queria perguntar se tem acesso à TV Câmara, pois, lá há o programa Talentos (exibido sábado às 23h com reprise domingo às 19h), sempre com bons personagens da música independente. Digo isso, pois nessa semana tivemos um especial da Célia Porto que vale a pena assistir, mesmo pela web (via www.camara.gov.br/internet/tvcamara)
há inclusive um link para baixar o arquivo no PC (que não experimentei). Aliás, se curte um bom baixista, o programa da semana anterior foi com o Hamilton Pinheiro.

Abraços.
Júnior Ceilândia DF

woody disse...

Mr Maddy, tenho descoberto ótimos grupos húngados desde o advento da internet. Então vou arriscar um test-drive com esse After Crying que parece coisa da boa.

Abraço,
WOODY

P.S.: postei outro Rush lá em casa, o Nuts & Bolts. É provável que vc já tenha, mas se não tiver vai nessa que é bem gravado para cacete (muito mais que o The Fifth Order Of Angels) e o show é ótimo

Marcello L. a.k.a. Maddy Lee disse...

Um de cada vez:
Sr do Vale,
em se tratando de sonzeiras, pode contar com o amigo aqui, ainda tenho um baú cheio...
Rodolfo SS,
ficou feliz em saber que você tem gostado dos posts, pelo jeito tem baixado tudo que eu disponibilizo e o melhor é que você sempre compartilha com a gente as suas opiniões - sensacionaaaal! Quanto ao After Crying, é difícil destacar um ou outro disco, são todos muito bons, cada um à sua maneira, mas tenho uma predileção pelo Megalázottak És Megszomorítottak e o De Profundis também. Por outro lado vou meio que discordar de você, acho que Trans-Siberian Orchestra tem muito o que ralar pra chegar ao nível do AC.
Grande joaojjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjr!
Andavas sumido, meu caro!
Cara, o Mel da Terra era bem legal, tinha aquele aspecto ingênuo da música do final dos anos 60, tipo Beatles, hippies, etc. Tenho um LP deles que foi lançado em 1989 ou 1990, vou ver se consigo digitalizar a bolacha pra postar aqui qualquer dia desses.
Cheguei a ver o final do programa do Hamilton Pinheiro; o cara manda muito, fiquei impressionado com a facilidade com que ele toca, sempre sorrindo. A Célia Porto eu não conheço, é cantora?
Véi Woody,
não sei bem se o AC é a sua praia, mas a qualidade é inquestionável.
Vou te fazer uma visita já, já. Como nunca fui muito de bootlegs e discos ao vivo, é difícil baixar algo do estilo, mas Rush é Rush (hehehe) e eu sou muito fã, não tenho esse aí e vou baixar já!
Abraços para todos.
Valeu pela presença e pelos comentários.
Até!
ML

woody disse...

Grato pelo seu comentário lá no Nuts & Bolts. Tenho certeza que vc vai se amarrar do disco tanto quanto eu. Aceitando a sua opinão, reformulei a frase sobre a situação da banda em 94.

Abraço,
WOODY

joaojjjjjr disse...

Pois é, quem é vivo.....
Falei da Célia Porto (cantora daqui de Brasília), pois, exatamente na época em que você viveu por aqui e apreciou alguns dos nossos artistas, ela tinha acabado de lançar seu primeiro disco, por isso cri que já a conhecesse. Embora após esse lançamento ela tenha saído da cidade para tornar-se mais apreciada no eixo Rio-Sampa, sempre realizava shows por aqui. Pelo jeito, ela não obteve o reconhecimento almejado fora de Brasília. Aprecio o trabalho dela, principalmente suas versões para canções do Renato Russo, e não a ouvia há algum tempo, o programa foi bom para matar saudades. Infelizmente, minha ex-companhiera carregou os discos dela que eu tinha (assim como naquela canção do Chico, nem adiantou reclamar do Neruda que ela me tomou) e não vou poder upar algum arquivo dela para você, mas, certamente durante essa semana o vídeo será disponibilizado na página da TV Câmara.
Abraços.
Jr. Ceilãndia DF

woody disse...

Então! Eu baixei e ouvi o "Após a Choradeira". Não é que morri de amores, mas também não achei ruim, a banda soa em cada música como um daqueles grupos setentista, tem horas lembra ELP, de repente passa a King Crimson, aí cai num Gentle Giant, passando por Premiata, para fazer uma referência ao Floyd e por ai vai.
Bacana!

Marcello L. a.k.a. Maddy Lee disse...

Véi Woody,
excelente o Nuts & Bolts! Pra quem ainda não conferiu, vale à pena passar lá no Boogie Woody e baixar esse bootleg do Rush, gravado em Madison, Wisconsin, na turnê do Counterparts, o som está excelente e o repertório também!
Quanto AC, é isso mesmo, reconhecemos várias influências em cada esquina, mas isso só contribui para a riqueza do som dos caras.
Júnior,
acho que a minha irmã tem um disco da Célia Porto; vou conferir e depois, se ela tiver mesmo, subo um link pra você.
Abraços!
ML

woody disse...

Ouvi outro disco do AC, o 6, e constatei que Keith Emerson foi de grande inflência no som dos caras do "Após a Choradeira". Num outro disco tem até um tributo ao Frank Zappa. Como gosto pouco desses dois músicos, acabei baixando todos os disco do AC!
Sem choro nem vela!

rfl disse...

muito loko o som dos cara d++++

Marcello 'Maddy Lee' L. disse...

Rfl, meeeeu, mó legal! d++++
Divirta-se sem moderação.
Valeu!
ML