

A princípio pensei que fosse uma banda de metal melódico, mas mesmo assim fiquei curioso; foi só quando a atendente me entregou o disco é que vi o logotipo da Musea, aí o sorriso aumentou. Aumentou mais ainda quando o coloquei no player e logo a primeira música (‘Lágada’) me conquistou, com ecos de Genesis, PFM, VDGG e Yes, mas ao mesmo tempo nada disso, algo novo e diferente, principalmente pelo timbre de voz de Jesús Filardi. Lendo o encarte, fiquei sabendo que dois brasileiros faziam parte da banda o baterista Alcides ‘Cidon’ Trindade e o baixista Marco Dos Santos, então o lado patriótico abocanhou o que faltava para que a banda me conquistasse de vez. Nem precisava, na verdade, porque o som é realmente totalmente excelente. (rsrsrs)

A banda foi criada por Jesús Filardi (vocais, teclados e percussão) em meados de 1986 e desde então se tornou um meio de transpor para o mundo as suas composições, ele é, também, o único membro original que atuou em todas as muitas e diferentes formações da história da banda.
Ao longo dos anos, além de Filardi, os seguintes músicos participaram nos dois primeiros discos: Manolo Pancorbo (guitarras, baixo e teclados), Manolo Macia (guitarras), David Aladro (teclados), Alcides ‘Cidon’ Trindade (bateria e percussão), Alfredo Garcia Demestres (violino e teclados) e Marco Dos Santos (baixo), entre muitos músicos convidados. 'Mindscapers', o terceiro disco, conta com Nacho Serrano (guitarras), Jose Bautista (Warr guitar e programação de teclados), Alex Roman (teclados) e Renato Di Prinzio (bateria). No momento eles estão em pleno processo de divulgação de seu mais novo disco, ‘Calibatred Collison Course’, lançado nesse mês e, pelo que vi no site, a banda foi totalmente reformulada mais uma vez.

Mesmo com todas essas mudanças, a voz e as composições de Jesús Filardi são os fios condutores que dão uma ‘cara’ muito própria à Galadriel, que sempre nos traz surpresas a cada disco, seja no primeiro, que é bem calcado no progressivo da era clássica; ou no segundo, que traz vários elementos étnicos, graças às ótimas incursões percussivas; ou ainda no terceiro, com uma proposta mais moderna que os anteriores. Entre os três, eu não tenho um preferido, apesar de ter uma identificação maior co

Enquanto o novo disco não estiver disponível para download, divirtam-se com a breve, porém excelente, discografia dessa banda espanhola; tudo nos padrões de sempre daqui do Pântano Elétrico.
Quem quiser o novo CD pode ir direto ao site da Musea e comprá-lo por ‘módicos’ € 14,90...
Só faltou dizer que os três discos aqui disponibilizados foram ripados dos meus próprios CDs, em VBR 224/320, e que os encartes completos estão incluídos. Divirtam-se e se não for muito trabalho, comentem...
Site Oficial
ProgArchives
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2 comentários:
Falaê primo! lembrei de qdo vc me apresentou o primeiro, que eu fiqei meio assim pq não gosto muito dessas coisas de fadas e duendes e elfos essas porras mas o som é realmente fodástico. Não entendo muito de inglês mas parece q nos outros discos eles foram largando esses temas de fantasia e continuaram com o instrumental afiadaço. Acabei de escutar o Mindscrapers q era o unico q eu não tinha e gostei muito.
Valeu!!
Loki Lucky
Faaaaaaaaala, ô, doença!
Entendo seu ponto de vista; esse lance de elfos e castelos e dragões... De vez em quando eu encano com isso também, mas se o som for bom, não tô nem aí.
Abração.
Valeu!
ML
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