terça-feira, 15 de junho de 2010

The Detroit Cobras

Rápido e rasteiro: misture rock & roll, Motown e garage rock, mais pitadas de punk e rock alternativo moderno – aí temos The Detroit Cobras!

A banda gira em torno de duas mulheres, a vocalista Rachel Nagy e a guitarrista Maribel Ramirez (as duas da foto aí de cima). Sem contar as duas, a banda muda constantemente, sendo que nem sempre os músicos que tocam nos discos são os que tocam ao vivo. Regularmente também contam com o apoio do guitarrista Greg Cartwright (Reigning Sound e The Oblivians).
Com exceção de uma, todas as músicas são covers de bandas e artistas um tanto obscuros ou não, como Solomon Burke, Hank Ballard, Otis Redding, Irma Thomas e Ike & Tina Turner, por exemplo. Aliás, um comentário de Rachel Nagy sobre a Tina Turner é digno de nota: depois de Tina ter deixado Iketodas as suas músicas são uma merda. Sim, ela se deu muito melhor do que com ele, mas vamos falar a verdade, todas aquelas músicas são idiotas. ‘Private Dancer’? Vá se foder! Não foi pra isso que Deus lhe deu aquela voz!”. (rsrs) A única faixa original, composta por Nagy, Ramirez & Cartwright, se chama ‘Hot Dog (Watch Me Eat)’ e está no disco ‘Baby’.
Meu primeiro contato com a música desses americanos foi através de uma compilação feita pela banda The Hives, num CD que veio de brinde na revista Kerrang!, que foi postado aqui em janeiro de 2008 (pra quem ainda não baixou, vale conferir – só o Megaupload está funfando). Depois disso, corri atrás dos discos da banda e consegui esses que estou postando, que são todos os álbuns oficiais, um EP e uma coletânea de singles, b-sides & etc.
Na verdade, fiquei um tempão sem escutar esses discos, mas graças à Miss DeMila, que desencavou o CD em que estão gravados esses mp3, eu acabei redescobrindo (ela só descobriu agora) esse som que não deixa ninguém ficar parado.

É isso, como eu disse: rápido e rasteiro. Afastem os móveis da sala, botem o som no máximo e divirtam-se sem qualquer moderação!

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sábado, 29 de maio de 2010

The Brimstone Solar Radiation Band





The Brimstone Solar Radiation Band (2004)










Solstice (2005)










Smorgasbord (2009)







Entre tantos e tantos discos que venho baixando nos últimos anos, eu tive muitas, muitíssimas decepções, por vários motivos, mas as boas surpresas também são bem constantes. Nessa última categoria estão algumas das bandas que venho postando aqui ultimamente. Hoje não é diferente, porque essa banda norueguesa não só me surpreendeu muito positivamente, como me deixou viciadaço nos três álbuns que lançaram: The Brimstone Solar Radiation Band.

A banda foi composta, inicialmente, por Rolf Edvardsen (vocais, guitarras, bouzouki e cítara) e Truls Eriksen (baixo), que tinham passado a adolescência tocando o bom e velho metal, até que resolveram explorar novas possibilidades musicais. No começo Eriksen tocava baixo e bateria, todos os outros instrumentos ficavam ao cargo de Edvardsen; desta forma, gravaram suas primeiras demos. Com as músicas ganhando vida e eles já sendo chamados para se apresentar ao vivo, se fez necessário convocar alguns músicos; o primeiro deles foi um velho companheiro de outras bandas, o batera Thomas Grønner, que ainda trouxe o irmão Øyvind Grønner (teclados, guitarra e percussão). Não só para completar banda, mas também para Edvardsen se concentrar com maior liberdade nos vocais, o guitarrista Erling Halsne Juvik entrou para trupe pouco depois. Com esta mesma formação, gravaram os 3 álbuns que lançaram – o que, hoje em dia, é bem raro - que, mesmo sendo diferentes entre si, demonstram que a banda tem originalidade, unidade e identidade própria..

Quanto à música do quinteto, devo dizer que é o ‘prato’ que mais gosto: muito eclética. Pra começar, a banda pode facilmente figurar no que parece ser um ‘movimento revivalista mundial’, que vem nos apresentando bandas excelentes, de vários gêneros, como por exemplo, Wolfmother, Witchcraft e Siena Root. No caso do TBSRB, as maiores características vêm do rock psicodélico (principalmente West Coast) e do rock progressivo (passeando por vertentes como o sinfônico, hard prog, krautrock, psicodélico, space, etc); porém, como eu já disse, o ecletismo impera, e podemos detectar muito de folk, hard rock (setentista, é claro...) e, até, de rock alternativo mais moderno. Mesmo que eu tenha percebido relações com bandas tão diferentes entre si como Pink Floyd, Yes, Gomez, Beach Boys, Siena Root, Radiohead, The Doors, The Beatles, Muse, Pure Reason Revolution e Jefferson Airplane (só pra citar algumas), os caras são autênticos até a medula e são muito bons no que fazem – além de serem ótimos compositores e arranjadores. Aliás, a banda, como um todo, nos mostra muita maturidade e elegância – mesmo quando têm que ser toscamente pesados –, fazendo com que as músicas não tenham nada de excessivo, ou que nos deixe aquela sensação de ‘algo está faltando aqui’.

Bem, não vou ficar aqui tecendo loas ou rasgando sedas... Talvez bastasse eu dizer, simplesmente, que essa é a minha banda preferidaça do momento e que tenho escutado esses três discos com muita constância ultimamente (eu disse, é viciante...) e que baixá-los é obrigatório para todos os que passam por aqui, que gostam de Música & Arte.
Então, caros amigos & amigas, é isso aí: baixem, escutem, divirtam-se e, se possível, comentem!

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domingo, 2 de maio de 2010

Seven That Spells (Atualizado!)

Ando sem tempo pra escrever e como já tinha subido os links, aí vai a discografia do Seven That Spells.

As palavras da própria banda:
Formada em 2003, em Zagreb, Croácia, uma comunidade internacional de mentes psicodélicas que exploram o cosmos multifacetado de música ensandecida e mulheres nuas na grande esperança de alcançar as bênçãos de Buda!

As palavras do Maddy Lee:
Banda formada em torno do guitarrista Niko Potočnjak (único que participa de todos os álbuns) e apresenta longas jams instrumentais completamente impregnadas de psicodelia, lisergia e afins. Ao longo do tempo os arranjos ficaram mais maduros e coesos, mesmo sem deixar as jams de lado. A partir do disco ‘Black Om Rising’ também foram acrescentados vocais a algumas faixas. Alguns lançamentos já estão programados, conforme você pode conferir aqui.

Indicado pra quem curte:
Solos de guitarra, transes psicodélicos, space rock, marijuana, LSD, space cake, viagens astrais, conversas com pedras, space invaders e todo o tipo de coisas lisergicamente impregnadas.

Divirtam-se!

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Future Retro Spasms (2010)

(Link nos comentários / Link on comments)

sábado, 17 de abril de 2010

Gazpacho

O que leva uma banda a ter um nome de sopa?!?! Os caras até têm lá suas explicações e analogias, como se pode ver na Wikipedia, mas no fundo, no fundo a grande maioria das bandas escolhem seus nomes por este soar bem aos ouvidos, seja lá o que for...
Vamos lá, pra quem não sabe, gazpacho é uma sopa de origem espanhola, que tem por base o uso de tomates e a adição de outros vegetais crus, e que é servida fria – portanto, bastante consumida durante o verão. Quem quiser se aventurar na cozinha, aqui vão quatro links com receitas: receita 1, receita 2, receita 3 e receita 4.

Agora, vamos ao motivo da postagem: Gazpacho, a banda, é originária da Noruega e é formada, atualmente, por Jan-Henrik Ohme (vocais), Jon-Arne Vilbo (guitarras), Thomas Andersen (teclados), Mikael Kromer (violino, guitarra e mandolin), Kristian Olav Torp (baixo), Robert Risberget Johansen (bateria e percussão). Ohme, Vilbo e Andersen são os fundadores e principais mentores da banda e seu primeiro lançamento, ‘Get It While It's Cold (37°C)’, de 2002, é um EP de sete faixas, com as primeiras versões de cinco músicas que seriam a base de seu primeiro álbum (‘Bravo’, de 2003). Nesse EP eles contaram com a ajuda de Roy Funner (baixo) e Geir Digernes (bateria), que logo se tornaram músicos que os acompanhavam nos palcos e posteriormente (já no disco ‘Bavo’) foram integrados à banda, junto com o violinista Mikael Kromer. Digernes foi substituído por Johansen a partir do segundo álbum (‘When Earth Lets Go’, de 2004); já Torp substituiu Funner a partir do disco seguinte (‘Firebird’, de 2005), que também contou com a presença especialíssima de Steven Rothery (guitarras – Marillion) na faixa ‘Do You Know What You Are Saying?’. Desde então, a banda se estabilizou nesta formação.

Conheci o Gazpacho graças ao Hebag, que postou no saudoso Dead End o álbum ‘Bravo’. Na época baixei porque baixava tudo que ele disponibilizava lá (rsrsrs), mas também porque fiquei curioso justamente por causa do nome da banda, que, além da sopa, também é título de uma música do Marillion. Como vocês podem notar, já foram duas referências ao Marillion, que, aliás, tem muito a ver com o Gazpacho – e vice-versa: pra começar o som lembra muito o lado mais progressivo do Marillion na fase Hogarth, o que é acentuado pelo timbre de voz dos vocalistas, que é mesmo muito similar, porém as interpretações são bastante diferentes. Outra é que o Marillion dá uma força pro Gazpacho desde o começo, já que na época do lançamento de ‘Bravo’ eles os convidaram pra tocar numa convenção tradicional organizada para e pelos fãs do Marillion e, em seguida, para ser a banda de abertura em vários shows entre 2004 e 2005.

Mesmo que eu concorde com várias das similaridades entre o som das bandas, posso afirmar que o Gazpacho tem autenticidade e originalidade de sobra, além de uma qualidade tão óbvia que sequer vale a pena dar trela para as tais comparações; afinal, o que nos interessa é o resultado final: a música. E a música desses noruegueses é de altíssimo nível, tanto nas composições e nas letras quanto nos arranjos e, principalmente, nas performances dos músicos – que abrem mão de escarilhações desnecessárias sem perder o brilho (pelo contrário!). É claro que é rock progressivo, do estilo que hoje em dia rotulam como crossover prog, mas com toques de neo prog, art rock e até de rock alternativo (‘Desert Flight’, que abre o disco 'Tick Tock', pode-se passar facilmente por um Muse über prog... rsrs) – além disso, posso listar, também, similaridades com bandas como Porcupine Tree, Pineapple Thief, Transatlantic, Spock’s Beard e até King Crimson, Van Der Graaf Generator e Peter Hammill (solo).

Só pra terminar, o Gazpacho é uma banda que desde o primeiro disco mostra uma maturidade musical incrível, com belíssimas composições, que priorizam arranjos sofisticados e muito bem elaborados, com muitos crescendos, porém com poucas mudanças bruscas de ritmos ou de dinâmica; muitas músicas têm um jeitão meio mântrico, que descambam em crescentes sobreposições de camadas de um modo tão sutil que, em muitas das vezes, nem nos damos conta até ser tarde demais... rsrs

É isso aí, galera, chega de embromação: a banda é ducarái, todos os discos são totalmente excelentes e quem quiser mais informações é só acessar os links aí embaixo e, é claro, baixar todos os discos e ter o grande prazer de viajar com uma grande quantidade de músicas de primeira linha. Divirtam-se!

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Link para a postagem atualizada

domingo, 28 de março de 2010

Astrosoniq

Não tem muito tempo eu baixei o disco ‘Quadrant’, da banda holandesa Astrosoniq, e chapei completotalmentalmente já na primeira audição: rock pesadão, que de cara pode-se classificar como stoner rock, mas a forte veia psicodélica e space dos caras, junto com generosas doses de funky groove, não me deixam jogá-los no mega-caldeirão de bandas como Kyuss, Monster Magnet, Fu Manchu, The Obsessed, Masters Of Reality e Queens Of The Stone Age, só pra citar alguns dos nomes-chave do estilo stoner de ser – o Astrosoniq vai um pouco mais além, tendo entre suas influências declaradas Black Sabbath, Led Zeppelin, Hawkwind, Funkadelic, Thin Lizzy e Kiss.

Formado por Fred Van Bergen (vocais), Ron Van Herpen (guitarra), Teun Van Der Velden (teclados e guitarras), Robert-Jan Gruijthuijzen (baixo e vocais), Marcel Van De Vondervoort (bateria – também produtor e engenheiro de som de mixagem dos álbuns da banda), também são conhecidos por The Wizards Of Oss, numa alusão ao filme da estrada de tijolos amarelos e à sua cidade de origem, Oss (também berço do craque Van Nistelrooy). Todos são excelentes músicos, que transpiram maturidade e tesão pelo que fazem.

É claro que, depois da chapação inicial, corri atrás de maiores informações sobre a banda e descobri que ‘Quadrant’ é, na verdade, o disco mais recente deles, e que tinham mais 3 discos, 1 EP e 1 split com a banda The Liszt (‘Astrosuper - Superastro’, de 2007), sendo este último o único que não achei pra baixar. Os títulos são: ‘Son Of A.P. Lady’ (2000), ‘Soundgrenade’ (2002), ‘Made In Oss’ (EP de 2005) e ‘Speeder People’ (2006); uma grande curiosidade é que as capas de todos eles mantêm um tema inusitado: os pêlos humanos – cada louco com sua loucura... rsrs

PoiZé, galera, chapei geral com toda a discografia do Astrosoniq e como eu não achei todos esses discos reunidos num só blog, resolvi trazê-los pra cá, só pra facilitar a vida de um monte de preguiçosos e fazer vocês curtirem mais essa... E como eu não conhecia a banda até bem pouco tempo, chupei as informações da Wikipedia pra escrever esse texto (hehehe).

No mais, é o de sempre: divirtam-se, batam cabeça, viajem ao som psych-hard-space-stoner-fuckin’funkygroove-heavy-rock dessa banda sensacional e, caray, comentem, you suckers!! rsrs

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Todas as fotos foram retiradas da página da banda no MySpace

terça-feira, 23 de março de 2010

Sonata De Outono II

Normalmente a galera que passa aqui pelo Pântano deixa comentários na postagem mais recente; porém, volta e meia aparece alguém que está descobrindo o blog ou explorando suas profundezas e recantos, e que acaba encontrando algo bacana o suficiente pra deixar um comentário. Nas duas últimas semanas recebi a visita do simpático Cláudio, que ficou vidrado no Höstsonaten e escreveu que estava esperando que eu postasse o ‘Springtides’. Pois bem, Cláudio, não precisa esperar mais! Como é do meu feitio exagerado, resolvi fazer logo barba, cabelo & bigode; ou seja, lá vão os outros discos que foram lançados depois que fiz a primeira postagem sobre a banda.

Pra quem ainda não sabe, o Höstsonaten é mais um projeto do multi-instrumentista e compositor italiano Fabio Zuffanti, um artista pra lá de irrequieto, eclético e prolífico, que, de 1994 pra cá, já participou de 30 discos (!!!), tanto solo quanto compositor, músico ou arranjador, em variados projetos e bandas como Finisterre (prog), La Maschera Di Cera (prog), Aries (prog) e LaZona (post rock) - só pra citar os mais conhecidos -, mas ele transita, na boa, entre prog, doom metal, eletrônica e música experimental, entre outros.
Como o que interessa aqui é o Höstsonaten, estou disponibilizando todos os discos que já foram lançados sob essa ‘franquia’, com exceção da versão remasterizada e remixada do disco ‘Springsong’. Os três últimos discos fazem parte de uma mega-suíte dedicada às quatro estações do ano, sendo que as partes estão sendo lançadas da última para a primeira; desta forma, foram batizadas como ‘Seasoncycle Part IV: Springsong’, ‘Seasoncycle Part III: Winterthrough e ‘Seasoncycle Part II: Autumnsymphony’ – agora só nos resta esperar pelo disco dedicado ao verão.
É claro que se trata de rock progressivo em estado puro, autêntico, de primeiríssima linha e totalmente reverente aos primórdios do estilo; porém, sem ser derivativo, do tipo que possamos falar que é uma cópia dos ‘medalhões’, mesmo que reconheçamos a influência de trocentas bandas em várias passagens. O difícil aqui é dizer qual dentre esses discos é o melhor, porque são todos excelentes.

Bem, chega de blá-blá-blá! Quem quiser conferir as outras postagens, tem um link direto pra cada uma delas aí embaixo; os links ainda estão funfando na boa (testei todos e pelo menos o Megaupload ainda está ativo em todos eles).
Divirtam-se, como sempre, e, se não for assim tãããão trabalhoso, comentem!

Sonata de Outono
Finisterre
Os Trabalhos de Fabio Zuffanti
Hötsonaten no Prog Archives
Fabio Zuffanti na Wikipedia

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quarta-feira, 17 de março de 2010

Másfél

Definitivamente a música dos húngaros do Másfél não é pra se relaxar; na verdade, eles fazem um som assim ‘nervosão’, não tem alívio e quando parece que eles vão deixar a poeira baixar, ah, meu camarada, pode crer que lá vem mais pancadaria. O estilo é fusion, com tudo o que isso tem direito: jazz, funk, rock, guitarras pesadas, muito groove, música folclórica européia (principalmente do leste europeu, húngara, balcânica e cigana) e todo e qualquer ritmo que eles queiram se apropriar – tem até uma música intitulada ‘Szamba’!

A banda se formou em 1991 e só veio a lançar seu primeiro disco, ‘Mese’, em 1993 e é capitaneada pelo baixista (animaaal!) János Hegedűs e pelo saxofonista Levente Lukács (que varia bem entre os saxes tenor, barítono e baixo). Com o tempo a formação foi se alterando - em ordem cronológica: Attila Bácsi e Barnabás (guitarras), Tamás Kalocsai e Ujj Zoltán (bateria); além do violoncelista Eszter Salamon, que saiu antes do último disco (‘En Garde!). Aliás, esse último disco é o primeiro a apresentar vocais, que ficam ao cargo de convidados, sendo que Gaya Arutjunjan (que empresta sua voz à música ‘Aerosoul’) foi incorporada ao grupo durante a turnê. Acho que nem preciso dizer, mas todos tocam bagarái, especialmente o baixista e os bateras.

A partir do disco ‘Angyaltojás’ eles também adicionaram elementos psicodélicos (em certos momentos lembra muito o Ozric Tentacles) e começaram a frear o ‘nervosismo’ característico, mas ainda com muito groove. Já em ‘En Garde!’ eles flertam com o drum ‘n’ bass, mas de um modo orgânico (tocando instrumentos de verdade...) e acrescentam alguns elementos eletrônicos, mas sem deixar a tônica fusion em momento algum.Pelo pouco que pude apurar (afinal a maioria dos sites que se referem à banda estão escritos em húngaro...), além dos discos oficiais, eles também fizeram trilhas para videogames e continuam na ativa; porém, com mudanças radicais na banda, já que o único membro fundador ainda presente é o saxofonista Levente Lukács (hoje também responsável pelos teclados e efeitos); além dele, continua o baterista Zoltán Ujj, mais os novos músicos Karen Arutjunjan (guitarra), Péter Sabák (baixo) e a vocalista Gaya Arutjunjan. Hoje, além do Másfél, todos eles (exceto Ganya) mantêm, juntos, um trabalho paralelo, mais voltado ao drum ‘n’ bass e dub, chamado Uno Y Medio, com um vocalista chamado McZeek. Infelizmente, não consegui apurar aonde foi parar o baixista (animaaaal!) János Hegedűs.

Estou disponibilizando a discografia quase completa, faltando somente o ao vivo ‘Ballast’ e dois EPs com remixes de músicas presentes no disco ‘Angyaltojás’ – quem tiver algum desses e quiser fazer uma ‘presa’, fique à vontade!
No mais, galera, é bom estar de volta, com um PC novo e fuderoso! rsrsrsrs
Como sempre: divirtam-se!

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sábado, 6 de março de 2010

A Morte de Um Bravo Guerreiro

Galera, serei breve...
Meu bom e velho PC, que vem me acompanhando desde 2003, totalmente safenado depois de múltiplos AVCs, também não conseguiu se livrar do Alzheimer e acabou chegando a estado terminal, que degenerou em morte prematura e sofrida, já que desde que fez a viagem para o Hemisfério Morte vinha apresentando graves sinais de depressão - talvez por saudade da energia amazonina e do sol abrasador dos trópicos. O fato é que depois de muitas lutas, o bom guerreiro sucumbiu a tantos ferimentos e doenças e finalmente bateu os boots, deixando-me, assim, provisoriamente órfão.
Desta maneira, até que um novo guerreiro de tal porte e caráter se apresente, ficarei ausente do blog e das comunicações em geral através da grande rede, já que devo amargar um bode fenomenal por causa da derradeira ida de tão incrível companheiro de esbórnias virtuais - bode também por causa dos trocentos gigas de memória (muuuuuuitos discos...) que se foram...
Assim que tudo já estiver nos conformes (espero que já nesta mesma semana), voltarei aqui pra responder comentários e agradecer às condolências prestadas por aqueles que forem loucos o bastante para chegar a esse ponto de zoação... rsrsrsrs
Valeu!

R.I.P.
P. C. El Guerreiro
2003 / 2010
'Desistir, jamais!
Divertir, sempre!'

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Um papo brabo aê...


Caros caras e caras caríssimas,

mais uma vez, de novo, novamente foi solicitado pelo Blogger e pela nossa querida DMCA que eu deleteasse outro post aqui d’O Pântano Elétrico. Outra vez foi um post que já nem era tão novo assim e que, provavelmente, já deu o que tinha que dar. A saber, a postagem se chamava ‘O Pântano Eclético Futebol Clube’, que foi a primeira de uma série de 3. A diferença é que desta vez o único link deletado foi o do disco ‘Brand New Day’, do Sr. Gordon Matthew Sumner, mais conhecido mundialmente como Sting; justamente um senhor que já fez uma enorme fortuna com a venda de seus discos (sem contar com o Police...) e poderia, facilmente, disponibilizar toda a sua discografia digrátis por sua livre e espontânea vontade. É assim: esses medalhões, pelo jeito, jamais se acostumarão com as mudanças dos tempos, por mais que gostem de posar de mudernos...
Para dar outro 'foda-se' pra todos esses uns & outros, aqui vai um link pra quem quiser visualizar a postagem e (pra quem ainda não baixou) baixar esses discos então disponibilizados:



Uma pequena observação: o disco deletado ganhou um novo link; os outros continuam os mesmos e, pelo que eu conferi, ao menos pelo Megaupload todos eles ainda estão funfando a todo vapor.


Vou aproveitar o ensejo para abordar outros assuntos.

Desde que conheci o primeiro blog que disponibilizava discos – no caso, o bom e velho Dead End, do amigo Hélio ‘Hebag’ –, que tenho visto zilhares de blogs sendo deletados, com aviso do Blogger ou não. A caça às bruxas já não é nenhuma novidade e já sabemos que é um acontecimento cíclico, que nem as estações do ano; volta e meia vários blogs são deletados, depois nos deixam em paz, até a próxima temporada. Nas últimas semanas, vários blogs sumiram. Alguns blogueiros talvez tenham desistido desse prazer meio maluco, mas outros resistem bravamente, levando sempre à frente o nosso lema ‘Desistir, jamais!’. Entre esses últimos, eu fiquei honrado em linkar um dos blogs que mais admiro, o Sakalli, outro sobrevivente de várias caças e que continua fazendo um trabalho de altíssima qualidade.


É claro que essa caçada ainda deve continuar por mais um tempo, até parar e depois voltar, como sempre; e se o Pântano for deletado, todos já sabem sobre o Plano Z, que ainda não está disponível, mas somente aguardando uma ‘emergência’.
Na verdade, estou até admirado de ainda não ter sumido do mapa, já que ultimamente larguei mão de um recurso que eu acreditava dificultar a perseguição, que é intitular as postagens com os nomes de bandas ou artistas.
Vamos ver até quando isso dura...


O Pântano Elétrico possui, atualmente, 30 seguidores. Desses 30, tirando alguns que são amigos e amigas, a maioria é de pessoas que não conheço e muitos nunca fizeram um comentário sequer aqui no blog. Tendo isso em vista, não entendo muito bem porque seguem o Pântano. Eu não sigo nenhum blog, por muitos motivos, mas principalmente por não entender muito bem (na minha santa ignorância sobre todas essas novidades da informática) pra que isso serve. Não tenho Twitter, nem Facebook ou Orkut, nada disso. Também não tenho um celular ultramoderno, só o uso para o básico: como telefone, relógio e despertador. Além disso, acho até que o blog é meio que uma ‘extravagância’ da minha parte, mas já estou fugindo à razão desse meu comentário...
Eu gostaria que esses prezados seguidores se apresentassem; que dessem as caras, que aparecessem pra um café ou, pelo menos, que fizessem um pequeno comentário, mesmo que fosse qualquer coisa do tipo ‘aí, maluco, gosto do seu blog’, porque, se seguem, devem gostar dessa birosca aqui. E, se conhecem o blog, sabem que eu curto bater um papo e que recebo todo mundo na boa, com um tremendo prazer – como costumo dizer: ‘mi casa, su casa’.
Portanto, galera, eu tenho feito minha parte, disponibilizando discos e informações sobre um monte de bandas e artistas bem bacanas, então chegou a hora de vocês fazerem a sua parte: comentem; afinal essa é a única maneira de se saber se as postagens estão agradando ou não.
E, se não for pedir muito, apresentem O Pântano Elétrico a novos amigos, porque tendo mais gente baixando todos esses discos, é bem provável que os links durem mais tempo – o que é o objetivo primordial disso tudo.

Todos já repararam que eu gosto de fazer umas mudanças no visual do blog, a próxima será nas listas de blogs aí ao lado. Vou desmembrar a lista intitulada ‘Descargas Elétricas’ só pra deixar as coisas um pouco mais práticas pra mim mesmo. Sob o título ‘Estação de Suprimentos’ estarão os blogs que eu visito com maior freqüência e de onde, também, baixo mais discos.
Pretendo, também, fazer uma ‘limpeza’ e tirar da lista alguns blogs que não mantêm freqüência de postagens ou estão meio abandonados ou aqueles que seus blogueiros só pediram pra ser linkados, mas nunca aparecem pra uma visita ou um cafezinho, além de outros que eu também não costumo freqüentar. De qualquer forma, se esses que forem deletados me pedirem com jeitinho (rsrsrs), recoloco o link na lista, numa boa . No fim, isso é só por uma questão de praticidade.


Pra finalizar, um pequeno aviso e uma justificativa: a partir de hoje está implementada a verificação de palavras para confirmar o comentário. O objetivo é exterminar (ou ao menos diminuir) a grande quantidade de ‘comentários spam’ que vem sendo deixada aqui no blog; coisas como os infames oferecimentos de Viagra e toda a sorte de coisas que não são nada senão fontes de vírus. Perdoem-me, amigos; eu também não gosto dessa verificação de palavras (ou qualquer outro nome que isso tenha), porque acho meio antipático e chato, mas ainda mais chato é ter que ficar separando o joio...

No mais, galera, tudo continua e continuará na mais perfeita desordem; agradeço a visita de todos, seus comentários e tudo o mais.
E chega desse papo brabo!!! rsrsrsrsrsrsrsrs
Como sempre, divirtam-se!
Grande abraço!