quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

A Corte Da Rainha

Galera, hoje quem faz as honras com um hiper-mega-post é o amigo, parceiro e colaborador do Pântano Elétrico, Mr. Diego Camargo, o Comandante-Em-Chefe do Progshine e seus tentáculos; que nos traz vários dos trabalhos solo dos membros do Queen e relacionados – aproveitem e divirtam-se!

Eu sou um fã do Queen, e quando eu digo fã é o mais fanático que eu chego de uma banda, e quem me conhece sabe que eu acho o fanatismo uma bobeira (risos), dito isso acho que o pessoal já vai entender.
Bom, tudo começou quando eu lembrei que tinha perdido aqui no meu computador uma espécie de bootleg, com gravações do Smile, banda pré-Queen, que contava com Tim Staffell (voz e baixo), Brian May (guitarras e vocais) e Roger Taylor (bateria e vocais). Ouvindo essa 'demo' é que reparei como o vocal de Tim era parecido com o de Freddie Mercury, aliás, o contrário, já que Freddie era um fã da banda e sempre estava nos shows do Smile antes de se juntar a eles em 1972.
Quando me deparei com isso, fiquei curioso e quis saber mais sobre Tim Staffel; então descobri que ele, após sair do Smile, se juntou ao Morgan, banda de rock progressivo, e saiu depois de dois discos pra não mais entrar na música (infelizmente) até o ano de 2003, quando lançou seu único e ótimo trabalho solo, inclusive com a participação de Brian May em duas faixas.
Foi daí que tive essa idéia, que o amigo e parceiro Maddy Lee aprovou (sendo ele fã do Queen também) e resolvi fazer a coisa de uma outra maneira: postar os discos das carreiras solo dos membros do Queen. Aqui vão os comentários:

1984

Essa foi a primeira banda de Brian May e Tim Staffel. Essa gravação não é oficial, apesar de ter sido gravada em um estúdio profissional e o áudio estar muito bom; não chegou a ser lançada na época, não lembra em nada o Queen, mas sinais do ótimo guitarrista que Brian viria a ser estão por todos os lados; é claro, sua Red Special já estava lá.

Thames Television Studios - Demo Tape - Spring 1967 (1967)
10 faixas, 128k, 33mb – Sharebee







IBEX

Primeira banda de Freddie Mercury. Esse bootleg, gravado em algum pub no longínquo ano de 1969, tem uma qualidade 'sofrível'. É engraçado ouvir um de seus 'heróis' em uma banda amadora e ruim (muitos risos), nesse caso a banda era realmente ruim. Vale como registro histórico.

Live At The Liverpool Sink Club (1969 – bootleg)
9 faixas, 128k, 28mb – Sharebee







Smile

Agora a coisa começa a se encaixar; já com o trio citado no começo do texto, esse foi o embrião do Queen. O som já estava lá, só esperando pra ser descoberto.




Ghost Of A Smile (1972)
8 faixas, 64k,14mb – Sharebee







Morgan


A banda em que Tim Staffell esteve logo após sair do Smile é puro e ótimo rock progressivo, vale (e muito!) prestar atenção; principalmente na suíte 'Nova Solis' e seus mais de 20 minutos.




Nova Solis (1972)
4 faixas, 256k, 67mb – Sharebee








The Sleeper Wakes (1973)
4 faixas, 224k, 58,34mb – Sharebee







Roger Taylo
r

O baterista foi o primeiro do Queen a se aventurar solo, com o single 'I Wanna Testify', em 77. Em 88 montou o grupo The Cross em paralelo à carreira no Queen, o primeiro disco me soa pop demais, mas o segundo é uma porrada na orelha, muito bom.






I Wanna Testify - Single (1977)
2 faixas, 128k, 7mb – Sharebee








Fun In Space (1981)
10 faixas, 128k, 37mb – Sharebee








Strange Frontier (1984)
12 faixas, 160k, 66mb – Sharebee








Happiness? (1994)
12 faixas, 128k, 45mb – Sharebee








Foreign Sand – Single (1994)
4 faixas, 192k, 28mb – Sharebee








Electric Fire (1998)
12 faixas, 192k, 79mb – Sharebee








Live At The Cyberbarn (1998)
10 faixas, 160k, 52mb – Sharebee








The Cross

Shove It (1988)
8 faixas, 256k, 66mb – Sharebee








Mad, Bad And Dangerous To Know (1990)
12 faixas, 256k, 83mb – Sharebee







Blue Rock (1991)
10 faixas, 256k, 82mb – Sharebee







Brian May

Em 1983, como brincadeira, Brian se reuniu com alguns amigos e lançou o EP ‘Starfleet Project’ - na outra guitarra? Eddie Van Halen! Puta disquinho.
Mas o melhor de Brian solo está em ‘Back To The Light’ que, em minha opinião, está entre os 10 mais dos anos 90. Fantástico!





Starfleet Project EP (1983)
3 faixas, 128k, 26mb – Sharebee








Back To The Light (1992)
12 faixas, 192k, 75mb – Sharebee








Live At The Brixton Academy (1994)
15 faixas, 320k, 177mb – Sharebee








Another World (1998)
12 faixas, 320k, 120mb – Sharebee








Red Special EP (1999)
8 faixas, 192k, 52mb – Sharebee








Furia - trilha sonora (2000)
22 faixas, 192k, 64mb – Sharebee









Freddie Mercury

Freddie acabou não gravando muitos discos solo, mas os 3 discos que deixou são pérolas, incluido nessa lista o disco em dueto com Montserrat Caballé, ‘Barcelona’, de 1988. Todos esses 3 discos fizeram tanto sucesso quanto os do Queen (pelo menos os que foram lançados mais ou menos na mesma época).






Mr. Bad Guy (1985)
11 faixas, 128k, 38mb – Sharebee








Barcelona - com Montserrat Caballé (1988)
8 faixas, 192k, 55mb – Sharebee







The Freddie Mercury Album (1992)
11 faixas, 224k, 73mb – Sharebee







John Deacon

O tímido, pacato e ótimo baixista do Queen nunca foi de estrelato, sua única empreitada solo foi com o single da música ‘No Turnig Back’, gravada especialmente para a trilha sonora do filme 'Biggles: Adventures in Time', sob o nome The Immortals, mas que não chega a empolgar.







The Immortals - No Turning Back – Single (1986)
3 faixas, 128k, 13mb – Sharebee







Roger Taylor & John Deacon

Em 1993 o duo fez um show beneficente (ou algo assim), o que rendeu esse bootleg com boa qualidade de áudio.

Live Cowdray Ruins 1993 (1993 – bootleg)
5 faixas, 128k, 18mb – Sharebee







Tim Staffell


O primeiro, e até agora único disco solo de Tim é um excelente álbum, e quando eu digo excelente posso dizê-lo de boca cheia, escutem com calma e atenção.






aMIGO (2003)
11 faixas, 96k, 30mb – Sharebee








Royal Philharmonic Orchestra

A intenção não era postar nada do Queen em si, mas esse projeto é interessante: ‘The Queen Symphony’ traz, como o nome diz, a Royal Philharmonic Orchestra interpretando os hits do grupo; o resultado é deveras interessante.

The Queen Symphony (1992)
14 faixas, 128k, 58mb – Sharebee









Sites & Informações:
Queen Site
Queen
Freddie Mercury
Brian May Site
Brian May
Roger Taylor
John Deacon
Tim Staffell
Morgan
Queen Fan Site

Diego Camargo – Editor do site Progshine, em colaboração com O Pântano Elétrico.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Miss DeMila's iPod

A partir de hoje começa uma série itinerante aqui no Pântano Elétrico: Miss DeMila’s iPod.
E o que vem a ser isso? Bem, são as escolhas musicais da primeira e única dama que insiste em viver aqui no Pântano, minha querida, amada, idolatrada, salve, salve Ludmila, também conhecida como Lud ou, como diz o título, Miss DeMila.
O caso é que, volta e meia, ela passa no meu PC pra pegar umas músicas que temos escutado ultimamente, já que o PC é nossa principal fonte musical. A menina tem um gosto eclético, com preferência para rock, rock alternativo, baladas em geral e MPB, mas outros gêneros também fazem a cabeça dela, como metal, hard rock, blues, country, jazz e até rock progressivo.
O que vai acontecer é o seguinte: toda vez que ela deixar uma pasta com músicas separadas, eu a postarei. Consequentemente, o tamanho e o conteúdo vão variar bastante, e as postagens não terão data certa.

Hoje, como recheio, nós temos: Beth Orton (19), Black Rebel Motorcycle Club (3), Brad Paisley (8), Cake (4), Dark Captain Light Captain (1), Darker My Love (1), Faith No More (1), Gomez (4), Iggy Pop (1), Jane’s Addiction (6), Muse (4), Nenhum De Nós (1), Olívia Byington (4), Os Paralamas Do Sucesso (14), Pato Fu (11), Porno For Pyros (1), R.E.M. (3), Radiohead (7), Skank (2), Smashing Pumpkins (4), The Charlatans UK (5), The Cure (2), The Strokes (12) e Wilco (2).
Dentro dos parênteses estão os números de músicas de cada banda ou artista.
São 748mb divididos em 5 partes para download. Tanto os links quanto a lista completa das músicas estão no link aí embaixo.
Observações de última hora:
A faixa ‘Mais Clara, Mais Crua’, da Olívia Byington, está com um pequeno defeito bem no final, mas nada que atrapalhe totalmente.
É chegado o nosso famigerado Carnaval e eu estarei viajando nesse período e só voltarei no domingo, 1º de Março; enquanto isso, um bom Carnaval pra todos, divirtam-se e, se possível, comentem!
Valeu!

Tracklist & Links (6,68kb) – Sharebee

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Guerreiro De Jade

(ATUALIZADO!)

Depois de um tempo sem postagens dedicadas exclusivamente ao rock progressivo, hoje trago aqui a discografia quase completa de uma banda que eu gosto muito e que navega por muitas e variadas vertentes da música progressiva com integridade e identidade únicas:
Jade Warrior
.

Essa banda inglesa teve suas origens na banda de rock psicodélico July e leva a proposta de ecletismo a vários extremos: desde o início, mais voltado a uma mistura de rock psicodélico e rock progressivo, eles experimentaram vários estilos, gêneros e ritmos, agregando à sua música influências e elementos de space rock, krautrock, fusion, prog sinfônico, new age, hard prog e música étnica, entre muitas e muitas outras variações da música em geral.Formada em 1970 por Jon Field (flauta e percussão), Tony Duhig (guitarras) e Glyn Havard (baixo e vocais), lançaram seu primeiro disco (‘Jade Warrior’) logo no início de 1971 e o segundo (‘Released’) no final do mesmo ano, sendo que neste último participaram, como convidados, o guitarrista David Duhig (irmão de Tony) e o baterista Alan Price, que passaram a acompanhar o trio tanto nos shows quanto em estúdio.
A partir de então, a discografia da banda ficou marcada pela constante participação de músicos convidados, tanto em estúdio quanto ao vivo, contando até mesmo com nomes ilustres da música internacional como os violinistas Fred Firth (Henry Cow) e David Cross (King Crimson), além de Steve Winwood (que tocou Moog e piano em todo o disco ‘Waves’).
Winwood, inclusive, foi crucial em certo momento da banda: quando terminou o contrato com a gravadora Vertigo, Winwood apresentou-os ao executivo da Islands Records, que os contratou por quatro álbuns - porém somente como um duo, o que acarretou na saída de Glyn Havard.A história do Jade Warrior também é marcada por alguns momentos conturbados, como esse da ‘saída’ de Havard; antes disso, eles gravaram dois discos, em 1973, que foram rejeitados pela gravadora e ficaram arquivados até 1998 (25 anos depois!), quando finalmente viram a luz do dia – diga-se de passagem, não dá pra entender a política que rege as gravadoras, até porque esses dois discos (‘Eclipse’ e ‘Fifth Element’) são ótimos.
Após o término do contrato com a Islands houve um hiato de seis anos até o lançamento do disco ‘Horizen’ e depois mais um outro de cinco anos, quando lançaram ‘At Peace’. Esse último foi totalmente composto e tocado por Jon Field e Tony Duhig, com a utilização de vários sintetizadores, além de seus próprios instrumentos. ‘At Peace’ foi também o último trabalho de Tony Duhig, que veio a falecer no ano seguinte, já com a banda totalmente reformulada e com planos para um próximo disco.Depois do disco ‘Distant Echoes’, de 1993, o Jade Warrior passou pelo seu maior período de inatividade; isso durou até o ano passado, quando lançaram o disco ‘Now’, que é marcado pela volta de Glyn Havard e, também, conta com a participação do saxofonista Theo Travis (que já tocou com Gong, Porcupine Tree, The Tangent, entre muitos), que já tinha tocado no disco ‘Distant Echoes’.
Estou disponibilizando aqui somente os discos oficiais de estúdio do Jade Warrior, sem as coletâneas, nem a obscura trilha sonora do filme ‘A Game For Vultures’; se alguém tiver algum link para alguns desses discos, por favor, entre em contato, que, então, completarei essa postagem.Em tempo: baixei todos esses discos dos mais diversos blogs nos últimos anos, não vou conseguir lembrar quais são; de qualquer maneira, ficam aqui meus agradecimentos a todos.
Um agradecimento especial vai ao amigo Celso Loos, colaborador do blog Seres Da Noite, que surpreendente e inesperadamente conseguiu um link para o ‘Now’, logo ele que não é chegado ao progressivo... rsrsrs – Celsão Loooooooos, meu camarada, valeu, valeu, valeu!
O Celso conseguiu esse disco no blog Progrock... Whenever... Wherever, de propriedade de Edta, que já teve alguns blogs deletados nos últimos tempos – vale a pena conferir o blog, porque tem altas sonzeiras progs, antes que seja deletado também... Tomara que não! Como o Edta só upa pelo Rapidshare, eu subi um link pelo Sharebee, como de costume, e adicionei à lista anterior.
Divirtam-se!

Wikipedia
Prog Archives
MySpace
Site Oficial

NOVOS LINKS!! (re-up em 15/09/12) – Mirror Creator

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Iron Maiden - Eddie's Archives



Iron Maiden – Eddie’s Archives (Box) – Best Of The B’Sides (2002)




Essa é mais uma postagem coletiva arquitetada por Miguelito, El Gran Chihuahua, nos mesmos moldes daquela que fizemos com o box ‘Stages’, do Jimi Hendrix, com a excelente intenção de integrar não só os blogs, mas também seus frequentadores.
Desta vez, além de O Pântano Elétrico, também estão no circuito os blogs Hard & Heavy e A Taverna do Bárbaro.
Sem mais blá-blá-blá, deixo aqui o texto do Miguel e os links levantados por ele.
Divirtam-se!

Este box do Iron Maiden é sensacional, não há explicação. A começar pela caixa de metal (latão) que é fantástica: é toda trabalhada e todos os desenhos são em relevo. Foi lançado em 16.11.2002.Abrindo a caixa, encontram-se 3 fantásticos CDs duplos, nunca lançados antes. Além deles, vem na caixa um pequeno copo de vidro, o qual tem uma base com garrinhas em formato da cabeça do Eddie e, se você olhar dentro do copo, há uma cabeça do Eddie no fundo, com uns olhinhos vermelhos brilhantes. Ainda, dentro da caixa, vem uma árvore genealógica da banda, envolvida por um anel de ferro desenhado com o rosto do Eddie.Revelado o que vem dentro, comentamos os CDs. O ‘BBC Archives’, é espetacular, a gravação é muito boa por sinal, e nele estão grandes músicas ao vivo, como ‘The Prisoner’, ‘Moonchild’ e, a mais legal de todas (e na íntegra), ‘Seventh Son of a Seventh Son’.O outro CD, ‘Beast Over Hammersmith’, é todo ao vivo também e contém um set list que qualquer fã de Iron Maiden também iria adorar e, por sinal, a gravação também é excelente.
Por último, o ‘B-Sides’, uma coletânea de singles da banda, na qual a maioria dos fãs do Maiden já conhece as músicas, mas uma puta de uma coletânea com 31 faixas, com destaque para ‘Prowler '88’, e ‘Reach Out’, com Adrian Smith nos vocais.Acontece que todo esse luxo sai caro aqui no Brasil, pois esta caixa custa por volta de 450 a 600 reais por aqui, mas garanto uma coisa: é caro, mas vale cada centavo, ainda mais para quem é fã mesmo; ah, e é bom lembrar que estas caixas são todas numeradas, porém limitadas.
Download Djá! \m/..\m/
Veja mais sobre o Iron Maiden na Wikipedia, no Site Oficial e no Prog Archives.

Best Of The B’Sides
CD1: 15 faixas, 128k, 58,72mb – Sharebee
CD2: 16 faixas, 128k, 64,14mb – Sharebee

Para baixar os outros discos, acesse os links abaixo:

BBC ArchivesA Taverna do Bárbaro

Beast Over HammersmithHard & Heavy

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Seleção De Coletâneas Aleatoriamente Randômica - Parte 3


The B-52’s – Time Capsule (1998)

18 faixas, VBR 224/320
Parte 1 (87,77mb) – Sharebee
Parte 2 (78,23mb) – Sharebee

Você pode até não gostar, mas em uma coisa talvez tenha que concordar: The B-52’s é uma das bandas mais divertidas de todos os tempos. Digo isso por vários motivos, seja pelas perucas, as roupas, as letras alucinadas, aquele bigodinho ridículo do Fred Schneider, as referências à ficção científica e filmes Z, mas, principalmente, por suas músicas extremamente bem humoradas, além de uma qualidade musical escondida por uma parede pop que pode surpreender os mais desavisados. Ouça sem preconceitos esse ícone da New Wave (em atividade até hoje!!) e tente, em vão, não se contagiar com músicas como ‘Private Idaho’, ‘Rock Lobster’, ‘Love Shack’ ou ‘Roam’.
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Count Basie - Greatest Hits (1996)

15 faixas, VBR 224/320, 78,22mb – Sharebee

Ganhei esse disco de uma amiga, que o ganhou de presente, mas não gosta de jazz... Melhor pra nós! rsrsrs
Count Basie foi um dos responsáveis pela popularização de um tipo de jazz mais acessível e comercial (no bom sentido, plííííss!!) comandando sua big band (que revelou inúmeros excelentes instrumentistas); além disso, ele tocou com as maiores estrelas do gênero durante toda a sua carreira. Genial e clássico.
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The Cure - Staring At The Sea (1986)

17 faixas, VBR 224/320, 123,35mb – Sharebee ou Sharebee

The Cure - Galore (1997)

18 faixas, VBR 224/320
Parte 1 (74,28mb) – Sharebee
Parte 2 (72,83mb) – Sharebee

The Cure passou por várias fases, desde quando faziam um rock básico com tintas góticas até a multifacetada fase atual, graças às tantas referências, interferências, influências e constante evolução que se assumiram nestes mais de 30 de anos de carreira, tendo lançado vários discos que se tornaram clássicos. Robert Smith (cantor, vocalista, fundador, principal compositor e único membro que participou de todas as fases da banda) conseguiu imprimir uma marca e um estilo único, facilmente reconhecível, que influenciou trocentas mil bandas, tornando The Cure, assim, uma das bandas mais relevantes e longevas do pós-punk. Esses dois discos fazem um ótimo apanhado de toda a carreira da banda até o ano de 1997, já que, depois disso, eles ainda lançaram mais três álbuns, sendo o último,‘4:13 Dream’, de 2008.
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Joy Division – Permanent: Joy Division 1995 (1995)

16 faixas, VBR 224/320, 130,6mb – Sharebee

Joy Division talvez tenha sido a banda pós-punk mais influente da sua época; influência essa que afetou não só bandas contemporâneas, como o The Cure, por exemplo, como também várias bandas que têm surgido ultimamente. Todos devem conhecer o megaclássico ‘Love Will Tear Us Apart’, mas eu considero todas as músicas desse disco clássicas.
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Marillion - B’Sides Themselves (1988)

9 faixas, VBR 224/320, 120,62mb – Sharebee

Marillion - A Singles Collection – Six Of One, Half-Dozen Of The Other (1992)

14 faixas, VBR 224/320, 133,43mb – Sharebee

'B’Sides Themselves' contém músicas da época do Fish que preenchiam o lado B de singles e EPs (dãããã...); todas elas figuraram por muito tempo no repertório dos shows da banda, sendo que ‘Market Square Heroes’ era sempre um dos pontos altos desses shows. Já o outro disco contém seis singles com Fish nos vocais (incluindo a versão de ‘Kayleigh’ com o solo de guitarra cortado pra poder tocar no rádio...) e outros seis singles com Steve Hogarth, quando este tinha participado de apenas dois discos; de quebra ainda incluíram (com Hogarth) uma versão para ‘Sympathy’ (Rare Birds) e uma inédita (‘I Will Walk On Water’). A versão de ‘Lavender’ incluída aqui é um caso raro de música que teve que ser aumentada para poder tocar no rádio: ganhou uma estrofe a mais e ainda solo de guitarra e partes da música 'Bitter Suite', do álbum ‘Misplaced Childhood’.
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Nina Simone – Compact Jazz (1989)

16 faixas, VBR 224/320, 114,39mb – Sharebee

Eu nunca tinha dado muita atenção pra obra de Nina Simone até ter visto aquele remake do filme ‘La Femme Nikita’ com a Bridget Fonda (com o criativo e original título ‘A Assassina’... hehehe). Mas foi depois de outro filme, o remake de ‘Thomas Crown Affair’, que eu resolvi comprar esse disco, graças à antológica cena da troca de valises por homens de chapéu coco e terno preto percorrendo o museu ao som de ‘Sinnerman’, apesar de que, no filme, é apresentada uma versão remixada dessa mesma música.
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Rush – Chronicles (1990)

CD1: 14 faixas, VBR 224/320, 143,86mb - Sharebee
CD2: 14 faixas, VBR 224/320, 142,91mb - Sharebee

Na ocasião do bar mitzvah de meu irmão Gary, eu o presenteei com um baixo Fender Jazz de segunda mão e um amplificador também usado, ambos comprados baratinho numa casa de penhores nos arredores de Willowdale, Toronto. O moleque ficou amarradão, mas eu tive que ensiná-lo a tocar, é claro; depois vivia nos enchendo a paciência, tocando alto bagarái aquele baixo, o dia inteiro. Como ele também gostava de cantar e não tinha equipamento específico pra isso, então gritava que nem um desesperado; enquanto isso, a vizinhança já ameaçava fazer um abaixo assinado para nos despejar do bairro. Mas um dia o melhor amigo de Gary, Alex, o convidou para fazer parte da bandinha dele e isso foi crucial, porque aí o moleque foi fazer barulho em outro lugar e conseguimos não ser despejados. A tal bandinha teve sorte e andou lançando vários discos por aí, dizem até que Gary se transformou num dos melhores baixistas da história do rock, inclusive tendo assumido o apelido pelo qual o chamávamos, Geddy (porque nossa mãe, polonesa, não conseguia pronunciar o nome em inglês corretamente); mas o que me interessa é que eu não precisei mais aturar o moleque fazendo aquele esporro e gritando sem parar...
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The Smiths – Singles (1995)

18 faixas, VBR 224/320, 127,78mb – Sharebee

Traduzindo ao pé da letra, seriam ‘Os Ferreira’, mas para ter um sentido mais correto, seriam ‘Os Silva’, ou seja, um sobrenome bastante comum; um paradoxo, já que de comum The Smiths não tinham nada. Os caras fizeram um sucesso tremendo na década de 80, mesmo se mantendo por muito tempo como uma banda alternativa e tendo à frente um dos frontman mais esquisitos de todos os tempos: Morrisey. Em cinco anos lançaram quatro álbuns e, no auge do sucesso, decidiram dar fim à banda, graças aos vários conflitos de ego, principalmente por causa de Morrisey, que se diz um ser assexuado e é um vegetariano maníaco/fanático. Além dos quatro álbuns de estúdio, lançaram também um ‘ao vivo’ e sete coletâneas (!!); aqui tem uma delas, com vários dos maiores sucessos dessa banda que serviu e serve de referência e influência pra outras trocentas bandas que vêm surgindo desde que ainda estavam na ativa.
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