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sexta-feira, 10 de julho de 2009

2

Continuando a contagem, agora é vez de dois discos de cada banda/artista. Além de todos esses, ainda tem uma banda de prog brasileira, que só não escrevo aqui qual é porque senão o tecladista/vocalista vai aparecer pedindo pra tirar os discos... Quem quiser se aprofundar um pouco mais nessa questão, é só conferir aqui no blog Voo 7177.
Falta pouco...
Divirtam-se!

Blur


Parklife (1994)
13 (1999)

Conheci o som do Blur já no primeiro single (‘She’s So High’) e desde então virei fã e eles nunca me decepcionaram, sempre fazendo discos bem variados. Infelizmente eu perdi quase todos os discos deles que eu tinha em um incêndio, só me restaram esses e a coletânea que já postei aqui. ‘Parklife’, não à toa, é considerado o melhor do Blur; eu o considero um dos melhores dos melhores dos anos 90; já ‘13’ mostra um lado mais experimental, com toques eletrônicos que talvez venham da influência do produtor desse disco, William Orbit.

Claude Bolling & Jean-Pierre Rampal


Suite For Flue And Jazz Piano Trio (1975)
Suite For Flue And Jazz Piano Trio No. 2 (1987)

Claude Bolling ficou famoso por lançar vários discos em que, à frente de seu jazz trio, contava com a presença de um convidado especial; esse disco de 75, com o flautista Jean-Pierre Rampal, talvez seja o mais famoso e, também, o que alavancou a sua carreira.

Dream Theater


Images And Words (1992)
Awake (1994)

Acho que todo mundo já tem esses discos, mas não resisti a postá-los aqui, simplesmente porque são totalmente excelentes. Acho que o Kevin Moore fazia a diferença, tanto que depois que ele saiu a banda ficou um tempo meio perdida...

Emerson, Lake & Palmer


Trilogy (1972)
Bain Salad Surgery (1973)

Falando sério, eu quase detesto o Keith Emerson, mas me amarro muito no ‘Trilogy’ e em alguns outros também; já o ‘Brain...’ eu não curto muito (tudo bem, podem me xingar... rsrsrs), mas como esses são os únicos CDs deles que eu tenho, resolvi compartilhar com a galera.

Franz Ferdinand


Franz Ferdinand (2004)
You Could Have It So Much Better (2005)

Fui a dois shows dessa banda, ambos no mesmo lugar, no Rio, e posso dizer que foram shows que marcaram não só a cidade como também a própria banda – totalmente excelente!! O disco de 2004 é sensacional, o outro nem tanto, mas também tem seus ótimos momentos.

Jethro Tull


Minstrel In The Gallery (1975)
Songs From The Wood (1977)

Não tem muito o que se dizer sobre o Jethro Tull além do óbvio: uma das melhores bandas de todos os tempos. Qualquer disco deles que eu disponibilizasse aqui seria ótimo, mas tenho uma relação especial com esses dois, então aí estão.

Mutantes


Tudo Foi Feito Pelo Sol (1974)
Tecnicolor (1999)

Aí estão duas faces dos Mutantes, a multifacetada psicodélica/jovem-guardista/tropicalista e a fase progressiva. Gosto de tudo o que eles fizeram, até as músicas ruins... rsrsrs

Oasis


Definitely Maybe (1994)
(What’s The Story) Morning Glory? (1995)

Taí uma banda superestimada. Muitos falam da influência de Beatles e Stones no som dos caras, até os próprios, mas acho que isso é só uma estratégia para mascarar as verdadeiras fontes do que eles fazem: T. Rex, Kinks, Jam, entre outros, tudo misturado em doses diferentes. O som nunca foi nenhuma novidade, mas é feito com competência, e esses dois discos são os melhores deles; depois, tudo o que fizeram foi reciclá-los ad aeternum...

Os Paralamas do Sucesso


Arquivo (1990)
Severino (1994)

Das bandas brasileiras surgidas nos 80 Os Paralamas Do Sucesso sempre foi uma das minhas preferidas, desde o começo, quando emulavam The Police e The Clash, até hoje, depois de tantos caminhos tomados e percalços deixados pra trás. ‘Severino’ é meio que um 'disco-lado-B', lançado numa época em que andavam meio em baixa; é inspirado diretamente no primeiro solo de Herbert (‘Ê Batumaré’) e conta com as ilustríssimas presenças de Phil Manzanera, Brian May, Linton Kwesi Johnson, Tom Zé, Egberto Gismonti e Fito Paez.

Quaterna Réquiem


Velha Gravura (1990)
Quasímodo (1994)

Velha Gravura’ figura, com louvor, entre os melhores discos de prog do Brasil e é um dos meus preferidos mesmo entre zilhões de outros de bandas estrangeiras também. Em ‘Quasímodo’ eu sinto falta do violino de Kleber Vogel, mas também é um disco bem acima da média. Além de tudo, Cláudio Dantas, além de excelente batera (e artista das ótimas capas desses discos), foi muito simpático quando eu e Janis disponibilizamos esses discos no finado Delirium Dust.

Queen


A Night At The Opera (1974)
News Of The World (1977)

Dois discaços. Todo mundo conhece, todo mundo deve ter, mas não resisti a colocá-los aqui...

Rick Wakeman


The Six Wives Of Henry VIII (1973)
The Myths And Legends Of King Arthur And The Knights Of The Round Table (1975)

Dois discaços. Todo mundo conhece, todo mundo deve ter, mas não resisti a colocá-los aqui... hehehe

The Rolling Stones


Big Hits (High Tide And Green Grass) (1966)
Voodoo Lounge (1994)

A primeira coletânea oficial e o último disco realmente bom dos Stones; só pra não dizer que nunca postei nada deles aqui... rsrsrs

Stevie Ray Vaughan & Double Trouble


In Step (1989)
The Sky Is Crying (1991)

Stevie Ray Vaughan era tão bom, mas tão bom que chegou a influenciar vários guitarristas que surgiram antes dele (e que o devem ter influenciado também...) e muitos mais que surgiram depois; morreu de forma trágica, no auge, mas ao menos nos deixou um legado de primeiríssima linha, todos clássicos do blues/rock. Escolhi esses dois discos por terem, cada um, algumas das músicas que mais gosto: ‘Riviera Paradise’ (do ‘In Step’) e a versão de ‘Little Wing’ (de Jimi Hendrix) do ‘The Sky Is Crying’ – simplesmente perfeitas.

Toque de Midas


Toque de Midas (1994)
Todo Mundo (1997)

Toque De Midas é uma banda do sul de Minas Gerais que fazia um pop honestíssimo e competente; tanto que foram apadrinhados por Milton Nascimento (que participa no primeiro disco, cantando e tocando sanfona). Aproveitem porque eu nunca vi esses discos por aí e estão totalmente fora de catálogo.

Vitor Ramil


Ramilonga – A Estética Do Frio (1997)
Tambong (2000)

Vitor Ramil é irmão dos cantores Kleiton e Kledir, mas a música dele está alguns degraus acima desses; ele é, em minha opinião, um dos melhores compositores brasileiros desde os anos 80 e ótimo cantor, também. ‘Ramilonga’ só não é o meu preferido porque ‘Tambong’ é praticamente uma obra-prima da MPB, um disco surpreendente, com várias participações especialíssimas e dois ótimos covers de Bob Dylan – se eu fosse você não deixaria passar esses discos de jeito nenhum...

The White Stripes


White Blood Cells (2001)
Elephant (2003)

Ah, essa banda sem baixo e com uma baterista horrível! rsrs Fala sério! Tem gente que adora os odiar, mas mesmo com isso (ou apesar disso) Jack White nos presenteia com excelentes composições, refrões ganchudos, ótimas guitarras e interpretações; e até que a Meg é bonitinha... rsrsrsrs

Yes


The Yes Album (1970)
Union (1991)

Além do ‘Yessongs’ esses foram os únicos CDs do Yes que me restaram; eu já pensei em postar a discog completa, mas como não tenho um diferencial em que me basear (tipo encartes completos e rips com alta qualidade), acabei desistindo. ‘The Yes Album’ é, facilmente, um dos melhores deles, já ‘Union’ divide os fãs, mas eu gosto muito desse disco, mesmo achando que eles poderiam fazer lançamentos separados - um disco do AWB&H e um EP do Yes com o Rabin.


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sexta-feira, 3 de julho de 2009

3

Continuando a contagem regressiva, no mesmo esquema...
Divirtam-se!

Ben Harper


The Will To Live (1997)
Burn To Shine (1999)
Live From Mars (2001)

Esse cara manda muito bem, seja como cantor, guitarrista ou (principalmente) compositor; além disso, ele consegue incendiar uma platéia mesmo fazendo o show inteiro sentado numa cadeira.

Buddy Guy


The Treasure Untold (1992)
Heavy Love (1998)
Sweet Tea (2001)

Esses aqui eu dedico ao Cesar, El Morcegón, CEO da melhor birosca bloguística, o afamado Seres Da Noite. O disco de 92 é uma coletânea; o de 98 tem a participação de Jonny Lang em uma faixa; ‘Sweet Tea’, para mim, é o melhor disco de blues dessa década.

Faith No More


The Real Thing (1989)
King For A Day… Fool For A Lifetime (1995)
Album Of The Year (1997)

No começo o FNM fazia uma som que ficava entre Red Hot ChiliPeppers e Fishbone, mas aí Mike Patton, um dos melhores vocalistas de todos os tempos, entrou na banda trazendo, além de sua voz, todo seu carisma e talento – foi o suficiente para lançarem alguns excelentes álbuns até um conflito de egos acabar com essa ótima banda...

Jamiroquai


Emergency On Planet Earth (1993)
The Return Of The Space Cowboy (1994)
Travelling Without Moving (1996)

Misturando funk, soul e pop, Jay Kay, o ‘dono’ do Jamiroquai, começou a carreira discográfica colecionando excelentes críticas e sucesso de público, mas aos poucos ele foi caindo nas armadilhas de sua própria fórmula e meio que estagnou. Confesso que curtia muito o som dele até assisti-lo ao vivo na casa de shows que era chamada de Metropolitan, na Barra da Tijuca, Rio; foi um dos shows mais chatos que já vi na vida, uma verdadeira decepção... Pelo menos os discos são realmente muito bons.

Legião Urbana


Dois (1986)
As Quatro Estações (1989)
V (1991)

A Legião Urbana é uma daquelas bandas do ‘ame ou odeie’, pra mim fica no meio termo, porque tinha um dos melhores letristas brasileiros de todos os tempos, um dos piores bateristas de todos os tempos e um guitarrista que tocava simples, mas com muito bom gosto. Escolhi deles os discos que têm números nos títulos; sendo que o ‘V’ traz uma frase no encarte que resume o disco: ‘Bem vindo aos anos 70!’; ‘V’ também conta com um baixista de verdade (hehehe), tem uma suíte prog (‘Metal Contra As Nuvens’) e sua capa, segundo Russo, é baseada na de ‘Larks’ Tongues In Aspic’, do King Crimson.

Lenny Kravitz


Mama Said (1991)
Are You Gonna Go My Way (1993)
Circus (1995)

Mr Kravitz tem um pouco de Prince, já que também é um faz-tudo, toca-tudo, mas ao passo que Prince está mais pro balanço, Kravitz está mais pro rock. Até ‘Circus’ ele fazia questão de gravar tudo como se estivesse nos anos 70, com os mesmos equipamentos e tudo o mais, pena que depois ele descobriu o Pro Tools e ficou meio preguiçoso...

Nektar


A Tab In the Ocean (1972)
Remember The Future (1973)
Recycled (1975)

Um caso insólito de banda alemã formada somente por ingleses (!?!?), o Nektar me conquistou com o disco ‘A Tab In The Ocean’ e depois me deixou viciadaço em ‘Remember The Future’, ao ponto de produzir todo um ritual para cada vez que ia escutá-lo (acompanhado de uma morra daquelas... hehehe). Todos esses discos têm vários bônus – aproveitem!
Mais um com dedicatória: esses vão pro meu primo, o sumido Loki Lucky, também conhecido como Dr. Ladeira Abaixo... rsrs

Pearl Jam


Ten (1991)
Vs (1993)
Yield (1998)

É uma grande sacanagem terem colocado o Pearl Jam no grande saco de gatos que foi o grunge; pra mim, foi a melhor banda (disparado!) de Rock de Seattle daquela época e ‘Ten’ é um disco quase que totalmente perfeito – ‘Vs’ e ‘Yield’ são os outros que chegam mais perto dele nesse quesito.

R.E.M.


Green (1988)
Automatic For The People (1992)
New Adventures In Hi-Fi (1996)

Sou fã do R.E.M. desde dos 80 e já previa que um dia eles estourariam do jeito que foi; só não previ que eles fariam um dos discos que mais gosto entre zilhões: ‘Automatic For The People’, que conta com orquestrações feitas por John Paul Jones e uma penca de músicas maravilhosas. Os outros dois discos que estou disponibilizando aqui também são muito bons, mas não têm a unidade e a classe de ‘Automatic..’.

Radiohead


Pablo Honey (1993)
The Bends (1995)
OK Computer (1997)

O Radiohead é a banda de rock alternativo (na falta de um ‘rótulo’ mais convincente..) que eu mais admiro; esses discos são mais do que essenciais e mostram como uma banda pode evoluir tanto em tão pouco tempo; além disso, são recheados de músicas que acabaram virando ‘clássicos’ de nossos tempos.


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terça-feira, 30 de junho de 2009

4

Galera, a partir de hoje começa uma contagem regressiva meio tosca. A coisa vai funcionar da seguinte forma: hoje disponibilizo aqui 4 discos mais ou menos aleatórios de bandas ou artistas de todos os tipos, gêneros e estilos; as próximas postagens terão 3 discos, dois discos e finalmente um único de cada banda ou artista. Depois disso, o silêncio... (rsrsrs)
Daqui pra frente todos os discos disponibilizados estarão em VBR 224/320 e com os encartes completos incluídos; também, não sei quando poderei responder seus comentários, então, paciência...
Estes são alguns dos CDs da minha coleção, que relutei em postar anteriormente por vários motivos diferentes (seja por eu não ter a discog completa ou por essa ser muito extensa ou por, simplesmente, alguns deles serem discos fáceis de encontrar em tantos ótimos blogs, entre outras coisas); mas, de qualquer forma, são discos que sempre tive vontade de pelo menos ver postados aqui no Pântano. (rsrs)
Sem mais blá-blá-blá... Divirtam-se!

Black Sabbath


Paranoid (1972)
Vol 4 (1973)

Sab
bath Bloody Sabbath (1975)
Heaven And Hell (1980)


Bom e velho Sabá! Olhando daqui de 2009 pra lá pra trás, acho que posso afirmar que os discos com o Ozzy são os maiores pilares do que veio a ser o Heavy Metal, mas o 'Heaven And Hell' formatou o que seria o Heavy Metal feito desde os 80 – fundamentais, essenciais e, acima de tudo, totalmente excelentes.

Joe Satriani


Surfing With The Alien (1987)
Flying In A Blue Dream (1989)

The Extremist (1992)

Joe Satriani (1995)


Desses guitarristas virtuosos, os tais shreders, eu tenho uma preferência pelo Satriani, talvez por ele ser um compositor melhor do que os outros, mas, principalmente, por saber dosar a mão em favor da Música e não do simples malabarismo egocêntrico. Considero todos esses discos excelentes de cabo a rabo.

Led Zeppelin


Remasters (The Box Set) (1990)

Não tem muito o que se falar sobre o Zepp que todos já não saibam. Esses discos fazem parte da caixa lançada em 90, com músicas totalmente remasterizadas pelo próprio Jimmy Page, que as colocou numa ordem muito própria, e também traz quatro faixas que eram inéditas (em CD) até então. Pena que não tenho como escanear o maravilhoso encarte que acompanha a caixa...
Esse aqui eu dedico ao meu irmãSinho Edson, mesmo achando que ele já deve ter esses discos... rsrs
Marillion


Script For A Jester’s Tear (1983)
Clutching At Straws (1987)
Radiation (1998)

Anoraknophobia (2001)


Dois com o Fish, dois com o Hogarth. Como os discos com o Fish são clássicos absolutos, vou falar dos outros dois: ‘Radiation’ talvez seja um disco subestimado, mas gosto muito dele pela variedade musical apresentada; já ‘Anoraknophobia’ tem uma capa que não ajuda (rsrs), mas o conteúdo traz ótimas composições, numa linha bem moderna, que o Marillion tem desenvolvido desde então.

Metallica


Ride The Lightning (1984)
Master Of
Puppets (1986)
…And Justice For All (1988)

Metallica (1991)


Quatro discos que beiram a perfeição, cada um ao seu modo, pena que depois a trajetória foi ladeira abaixo...

Pink Floyd


Atom Heart Mother (1970)

Meddle
(1971)
Wish You Were Here (1975)

The Wall (1979)


Só pra não correr o risco de ter upado todos esses discos à toa (afinal, acho que todo mundo aqui já os deve ter), incluí no ‘Wish You Were Here’ uma mixagem que eu mesmo fiz de ‘Shine On You Crazy Diamond’, juntando todas as partes numa música só; mas quem gosta das capas e de mp3 com uma qualidade um pouco melhor, pode ficar à vontade...

Robert Plant


Pictures At Eleven (1982)
Manic Nirvana (1990)
Fate Of Nations (1993)

Dreamland (2002)


A carreira solo desse cidadão é cheia de altos e baixos, acho até que mais baixos que altos... Dos discos que disponibilizo aqui, acho que o de 82 e o de 93 talvez sejam os melhores dele; os outros dois têm seus momentos, mas não me conquistaram totalmente.

Rush


A Farewell To Kings (1977)
Permanent Waves (1980)

Presto (1989)

Counterparts (1993)


Para mim, uma das tarefas mais difíceis que tive aqui no Pântano foi a de não exacerbar no nepotismo quanto à banda do meu irmão Gary (rsrsrs). Só não postei a discog. deles aqui porque é moleza encontrar todos esses discos, mais uma cacetada de bootlegs, em tantos e tantos blogs – basta uma procura no Google... Foi difícil escolher esses 4, fiz assim: tirei aqueles que menos gosto, escrevi o nome de todos os outros em papeizinhos que escolhi aleatoriamente; ficaram esses que, sem querer, simbolizam muito bem 4 fases distintas do Rush.

Titãs


Cabeça Dinossauro (1986)
Jesus Não Tem Dentes No País Dos Banguelas (1987)

Go Back (1988)

Õ Blésq Blom (1989)


Acho que os Titãs não são grande coisa como músicos no aspecto técnico da coisa, mas esses malucos souberam compor uma quantidade de clássicos absolutos do rock brasileiro; afinal roquenrou é isso mesmo: nada de firulas, simplicidade e a tal da ‘atitude’ – some-se a isso as excelentes letras encontradas nesses 4 discos, que marcam a melhor fase deles, e temos um resultado que beira a perfeição.


ATUALIZADO!!
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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Munição Para O Dia Dos Namorados

O Dia dos Namorados está se aproximando e pensei em dar uma força ao Cupido e ao espírito romântico que mora dentro de cada um de nós – mesmo que adormecido em alguns... hehehe Para isso escolhi alguns discos que penso serem capazes de agradar tanto à companheira quanto ao companheiro; servindo de trilha sonora para uma variedade de climas, do mais íntimo ou sedutor ao divertido ou relaxante. Além disso, fui à cata de algumas postagens mais antigas daqui do Pântano que se encaixam como uma luva para a ocasião.
A ‘munição’ está aí, agora só resta você fazer a sua parte...

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terça-feira, 2 de junho de 2009

O Pântano Eclético Futebol Clube (3)

Para a final da temporada de futebol na lama escalei um time bem bacana, com jogadores de peso e outros bem técnicos pra dar um equilíbrio geral.
Vamos nessa que o jogo é de campeonato e, você sabe, futebol é uma caixinha de surpresas e o plantel fará tudo que o ‘professor’ lhes pediu para conseguir mais uma vitória e trazer o caneco pra casa...

Alice In Chains – Jar Of Flies (1993)







Esse EP marca a entrada de Mike Inez (ex-Ozzy) no Alice In Chains e traz à tona a faceta acústica do Alice In Chains, num clima mais relax e tendo até o acompanhamento de cordas em algumas músicas. Prometia uma bela evolução no som deles, mas o disco seguinte, o auto-intitulado de 1995, foi uma decepção.
Wikipedia

Collective Soul (1995)








Rock dos bons com influências bem ecléticas, do pop ao hard e até algumas pitadas prog (até porque, pelo menos pra mim, em algumas músicas a voz de Ed Roland lembra um bocado a de Peter Gabriel). É um produto genuíno e de alta qualidade, que vicia rapidamente... rsrsrs
Wikipedia

David Bowie – Earthling (1997)







Bowie sempre foi um cara pra lá de antenado; na época de ‘Earthling’ o techno estava em alta e muita gente associou esse disco a essa ‘onda’ – ledo engano... Ele queria mesmo era dar um passeio pelo som industrial ao estilão do Nine Inch Nails, e esse disco comprova que seja lá em qual ritmo ou estilo Bowie se aventure, ele sempre será... David Bowie! O que já é bom demais!
Wikipedia

Godzilla – The Album (1998)








Esse disco vendeu muuuuuito, até eu acabei comprando o meu exemplar... Muita gente mete o malho na versão de ‘Kashmir’ do Puffy Daddy (ou qualquer outro nome que esse maluco tenha), mesmo com o aval do próprio Jimmy Page; se serviu pra apresentar o Zepp pra molecada já tá valendo. Apesar disso, o disco tem uma porrada de músicas boas; na verdade em sua maioria as músicas são muito boas, o que deixa essa trilha sonora bem acima da média geral de lançamentos do mesmo tipo.
Wikipedia

Gorillaz (2001)








Esse é outro que vendeu que nem água e conseguiu agradar marmanjos e crianças, seja por causa dos desenhos, ou pelo conceito em geral, outros simplesmente pela alta qualidade das músicas apresentadas. O disco é tão bom que, de uma certa maneira, acabou provocando o fim do Blur (se você estava em outro planeta nos últimos anos, dá uma pesquisada na Wikipedia; tem um link bem aí, ó).
Wikipedia (português)
Wikipedia (inglês)

Howie B – Turn The Dark Off (1996)







Howie B é um músico e produtor escocês, que já trabalhou com artistas do calibre de Björk, Tricky e U2 (era ele quem abria os shows da turnê ‘PopMart’, inclusive aqui no Brasil). Esse disco é bem eletrônico, do tipo difícil de rotular, e é totalmente excelente, daqueles que quanto mais se ouve mais se gosta. Dê-se essa chance.
Wikipedia

Kraftwerk - Tour De France Soundtracks (2003)







E pra continuar na eletrônica, os ‘pais’ da criança em sua última criação original, a trilha sonora que fizeram para um dos eventos esportivos mais populares da Europa, a competição ciclística ‘Tour de France’.
Wikipedia

Prodigy – The Fat Of The Land (1997)







A homogênea e certeira mistura de rock pesado, techno, punk, eletrônica, bateria acústica, loops, guitarras pesadas e toda a energia dos vocalistas Keith Flint e Maxim Reality transformaram esse disco num clássico absoluto. Entre as minhas preferidas está ‘Narayan’, que conta com os vocais de Crispian Mills (Kula Shaker). Um dos melhores shows que eu já fui; com honras.
Wikipedia

Tá Na Área – Futebol Pop (2000)







Graças a mudança aqui em casa eu achei esse disco (estava esquecido no fundo de um armário), senão já o teria postado antes, porque é mais do que oportuno ao tema dessa série de postagens; é uma coletânea de versões exclusivas de músicas apresentadas no programa de futebol ‘Tá Na Área’ (do canal SporTV), entre os anos de 1999 e 2000, por vários artistas brasileiros, entre eles Max De Castro, Jorge Mautner, Caboclada, Rumbora, The Funk Fuckers, Squaws, Otto e mais uma galera bem bacana, o resultado é bem divertido.

Tom Petty – Full Moon Fever (1989)







Free Fallin'’, a música que abre ‘Full Moon Fever’, é uma das que eu escolheria pra levar pra uma ilha deserta (rsrsrsrs), perfeita em todos os sentidos. Foi por causa dela que comprei esse disco e acabei ganhando, ‘de bônus’, uma coleção de ótimas músicas com o certificado Tom Petty de qualidade. Discaço, indicado pra toda e qualquer hora do dia, em qualquer estação, em ilhas desertas ou em qualquer canto do mundo. Além de tudo, eu sou roxo de inveja da Rickenbacker de dois braços que ele empunha em uma das páginas do encarte... rsrsrsrs
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The Wallflowers – Bringing Down The Horse (1996)







A banda do filho do Bob Dylan. Assim poderia ter ficado para a posteridade a banda The Wallflowers, mas os caras fizeram um sucesso danado com esse disco – que, aliás, contraria a velha máxima de o segundo disco ser pior do que o primeiro. Graças à dois grandes hits (‘One Headlight’ e ‘6th Avenue Heartache’), foi um sucesso de vendas; também fez sucesso entre a crítica especializada e com a mulherada, que ficou alvoraçada com o gajo bonitão filho do feioso quase-fanho (rsrsrs).
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Aproveitem, porque tá tudo ripado em VBR 224/320 e com encartes completos incluídos.

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