Falta pouco...
Divirtam-se!
Blur
Parklife (1994)
13 (1999)
Conheci o som do Blur já no primeiro single (‘She’s So High’) e desde então virei fã e eles nunca me decepcionaram, sempre fazendo discos bem variados. Infelizmente eu perdi quase todos os discos deles que eu tinha em um incêndio, só me restaram esses e a coletânea que já postei aqui. ‘Parklife’, não à toa, é considerado o melhor do Blur; eu o considero um dos melhores dos melhores dos anos 90; já ‘13’ mostra um lado mais experimental, com toques eletrônicos que talvez venham da influência do produtor desse disco, William Orbit.
Claude Bolling & Jean-Pierre Rampal
Suite For Flue And Jazz Piano Trio (1975)
Suite For Flue And Jazz Piano Trio No. 2 (1987)
Claude Bolling ficou famoso por lançar vários discos em que, à frente de seu jazz trio, contava com a presença de um convidado especial; esse disco de 75, com o flautista Jean-Pierre Rampal, talvez seja o mais famoso e, também, o que alavancou a sua carreira.
Dream Theater
Images And Words (1992)
Awake (1994)
Acho que todo mundo já tem esses discos, mas não resisti a postá-los aqui, simplesmente porque são totalmente excelentes. Acho que o Kevin Moore fazia a diferença, tanto que depois que ele saiu a banda ficou um tempo meio perdida...
Emerson, Lake & Palmer
Trilogy (1972)
Bain Salad Surgery (1973)
Falando sério, eu quase detesto o Keith Emerson, mas me amarro muito no ‘Trilogy’ e em alguns outros também; já o ‘Brain...’ eu não curto muito (tudo bem, podem me xingar... rsrsrs), mas como esses são os únicos CDs deles que eu tenho, resolvi compartilhar com a galera.
Franz Ferdinand
Franz Ferdinand (2004)
You Could Have It So Much Better (2005)
Fui a dois shows dessa banda, ambos no mesmo lugar, no Rio, e posso dizer que foram shows que marcaram não só a cidade como também a própria banda – totalmente excelente!! O disco de 2004 é sensacional, o outro nem tanto, mas também tem seus ótimos momentos.
Jethro Tull
Minstrel In The Gallery (1975)
Songs From The Wood (1977)
Não tem muito o que se dizer sobre o Jethro Tull além do óbvio: uma das melhores bandas de todos os tempos. Qualquer disco deles que eu disponibilizasse aqui seria ótimo, mas tenho uma relação especial com esses dois, então aí estão.
Mutantes
Tudo Foi Feito Pelo Sol (1974)
Tecnicolor (1999)
Aí estão duas faces dos Mutantes, a multifacetada psicodélica/jovem-guardista/tropicalista e a fase progressiva. Gosto de tudo o que eles fizeram, até as músicas ruins... rsrsrs
Oasis
Definitely Maybe (1994)
(What’s The Story) Morning Glory? (1995)
Taí uma banda superestimada. Muitos falam da influência de Beatles e Stones no som dos caras, até os próprios, mas acho que isso é só uma estratégia para mascarar as verdadeiras fontes do que eles fazem: T. Rex, Kinks, Jam, entre outros, tudo misturado em doses diferentes. O som nunca foi nenhuma novidade, mas é feito com competência, e esses dois discos são os melhores deles; depois, tudo o que fizeram foi reciclá-los ad aeternum...
Os Paralamas do Sucesso
Arquivo (1990)
Severino (1994)
Das bandas brasileiras surgidas nos 80 Os Paralamas Do Sucesso sempre foi uma das minhas preferidas, desde o começo, quando emulavam The Police e The Clash, até hoje, depois de tantos caminhos tomados e percalços deixados pra trás. ‘Severino’ é meio que um 'disco-lado-B', lançado numa época em que andavam meio em baixa; é inspirado diretamente no primeiro solo de Herbert (‘Ê Batumaré’) e conta com as ilustríssimas presenças de Phil Manzanera, Brian May, Linton Kwesi Johnson, Tom Zé, Egberto Gismonti e Fito Paez.
Quaterna Réquiem
Velha Gravura (1990)
Quasímodo (1994)
‘Velha Gravura’ figura, com louvor, entre os melhores discos de prog do Brasil e é um dos meus preferidos mesmo entre zilhões de outros de bandas estrangeiras também. Em ‘Quasímodo’ eu sinto falta do violino de Kleber Vogel, mas também é um disco bem acima da média. Além de tudo, Cláudio Dantas, além de excelente batera (e artista das ótimas capas desses discos), foi muito simpático quando eu e Janis disponibilizamos esses discos no finado Delirium Dust.
Queen
A Night At The Opera (1974)
News Of The World (1977)
Dois discaços. Todo mundo conhece, todo mundo deve ter, mas não resisti a colocá-los aqui...
Rick Wakeman
The Six Wives Of Henry VIII (1973)
The Myths And Legends Of King Arthur And The Knights Of The Round Table (1975)
Dois discaços. Todo mundo conhece, todo mundo deve ter, mas não resisti a colocá-los aqui... hehehe
The Rolling Stones
Big Hits (High Tide And Green Grass) (1966)
Voodoo Lounge (1994)
A primeira coletânea oficial e o último disco realmente bom dos Stones; só pra não dizer que nunca postei nada deles aqui... rsrsrs
Stevie Ray Vaughan & Double Trouble
In Step (1989)
The Sky Is Crying (1991)
Stevie Ray Vaughan era tão bom, mas tão bom que chegou a influenciar vários guitarristas que surgiram antes dele (e que o devem ter influenciado também...) e muitos mais que surgiram depois; morreu de forma trágica, no auge, mas ao menos nos deixou um legado de primeiríssima linha, todos clássicos do blues/rock. Escolhi esses dois discos por terem, cada um, algumas das músicas que mais gosto: ‘Riviera Paradise’ (do ‘In Step’) e a versão de ‘Little Wing’ (de Jimi Hendrix) do ‘The Sky Is Crying’ – simplesmente perfeitas.
Toque de Midas
Toque de Midas (1994)
Todo Mundo (1997)
Toque De Midas é uma banda do sul de Minas Gerais que fazia um pop honestíssimo e competente; tanto que foram apadrinhados por Milton Nascimento (que participa no primeiro disco, cantando e tocando sanfona). Aproveitem porque eu nunca vi esses discos por aí e estão totalmente fora de catálogo.
Vitor Ramil
Ramilonga – A Estética Do Frio (1997)
Tambong (2000)
Vitor Ramil é irmão dos cantores Kleiton e Kledir, mas a música dele está alguns degraus acima desses; ele é, em minha opinião, um dos melhores compositores brasileiros desde os anos 80 e ótimo cantor, também. ‘Ramilonga’ só não é o meu preferido porque ‘Tambong’ é praticamente uma obra-prima da MPB, um disco surpreendente, com várias participações especialíssimas e dois ótimos covers de Bob Dylan – se eu fosse você não deixaria passar esses discos de jeito nenhum...
The White Stripes
White Blood Cells (2001)
Elephant (2003)
Ah, essa banda sem baixo e com uma baterista horrível! rsrs Fala sério! Tem gente que adora os odiar, mas mesmo com isso (ou apesar disso) Jack White nos presenteia com excelentes composições, refrões ganchudos, ótimas guitarras e interpretações; e até que a Meg é bonitinha... rsrsrsrs
Yes
The Yes Album (1970)
Union (1991)
Além do ‘Yessongs’ esses foram os únicos CDs do Yes que me restaram; eu já pensei em postar a discog completa, mas como não tenho um diferencial em que me basear (tipo encartes completos e rips com alta qualidade), acabei desistindo. ‘The Yes Album’ é, facilmente, um dos melhores deles, já ‘Union’ divide os fãs, mas eu gosto muito desse disco, mesmo achando que eles poderiam fazer lançamentos separados - um disco do AWB&H e um EP do Yes com o Rabin.
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