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sexta-feira, 3 de julho de 2009

3

Continuando a contagem regressiva, no mesmo esquema...
Divirtam-se!

Ben Harper


The Will To Live (1997)
Burn To Shine (1999)
Live From Mars (2001)

Esse cara manda muito bem, seja como cantor, guitarrista ou (principalmente) compositor; além disso, ele consegue incendiar uma platéia mesmo fazendo o show inteiro sentado numa cadeira.

Buddy Guy


The Treasure Untold (1992)
Heavy Love (1998)
Sweet Tea (2001)

Esses aqui eu dedico ao Cesar, El Morcegón, CEO da melhor birosca bloguística, o afamado Seres Da Noite. O disco de 92 é uma coletânea; o de 98 tem a participação de Jonny Lang em uma faixa; ‘Sweet Tea’, para mim, é o melhor disco de blues dessa década.

Faith No More


The Real Thing (1989)
King For A Day… Fool For A Lifetime (1995)
Album Of The Year (1997)

No começo o FNM fazia uma som que ficava entre Red Hot ChiliPeppers e Fishbone, mas aí Mike Patton, um dos melhores vocalistas de todos os tempos, entrou na banda trazendo, além de sua voz, todo seu carisma e talento – foi o suficiente para lançarem alguns excelentes álbuns até um conflito de egos acabar com essa ótima banda...

Jamiroquai


Emergency On Planet Earth (1993)
The Return Of The Space Cowboy (1994)
Travelling Without Moving (1996)

Misturando funk, soul e pop, Jay Kay, o ‘dono’ do Jamiroquai, começou a carreira discográfica colecionando excelentes críticas e sucesso de público, mas aos poucos ele foi caindo nas armadilhas de sua própria fórmula e meio que estagnou. Confesso que curtia muito o som dele até assisti-lo ao vivo na casa de shows que era chamada de Metropolitan, na Barra da Tijuca, Rio; foi um dos shows mais chatos que já vi na vida, uma verdadeira decepção... Pelo menos os discos são realmente muito bons.

Legião Urbana


Dois (1986)
As Quatro Estações (1989)
V (1991)

A Legião Urbana é uma daquelas bandas do ‘ame ou odeie’, pra mim fica no meio termo, porque tinha um dos melhores letristas brasileiros de todos os tempos, um dos piores bateristas de todos os tempos e um guitarrista que tocava simples, mas com muito bom gosto. Escolhi deles os discos que têm números nos títulos; sendo que o ‘V’ traz uma frase no encarte que resume o disco: ‘Bem vindo aos anos 70!’; ‘V’ também conta com um baixista de verdade (hehehe), tem uma suíte prog (‘Metal Contra As Nuvens’) e sua capa, segundo Russo, é baseada na de ‘Larks’ Tongues In Aspic’, do King Crimson.

Lenny Kravitz


Mama Said (1991)
Are You Gonna Go My Way (1993)
Circus (1995)

Mr Kravitz tem um pouco de Prince, já que também é um faz-tudo, toca-tudo, mas ao passo que Prince está mais pro balanço, Kravitz está mais pro rock. Até ‘Circus’ ele fazia questão de gravar tudo como se estivesse nos anos 70, com os mesmos equipamentos e tudo o mais, pena que depois ele descobriu o Pro Tools e ficou meio preguiçoso...

Nektar


A Tab In the Ocean (1972)
Remember The Future (1973)
Recycled (1975)

Um caso insólito de banda alemã formada somente por ingleses (!?!?), o Nektar me conquistou com o disco ‘A Tab In The Ocean’ e depois me deixou viciadaço em ‘Remember The Future’, ao ponto de produzir todo um ritual para cada vez que ia escutá-lo (acompanhado de uma morra daquelas... hehehe). Todos esses discos têm vários bônus – aproveitem!
Mais um com dedicatória: esses vão pro meu primo, o sumido Loki Lucky, também conhecido como Dr. Ladeira Abaixo... rsrs

Pearl Jam


Ten (1991)
Vs (1993)
Yield (1998)

É uma grande sacanagem terem colocado o Pearl Jam no grande saco de gatos que foi o grunge; pra mim, foi a melhor banda (disparado!) de Rock de Seattle daquela época e ‘Ten’ é um disco quase que totalmente perfeito – ‘Vs’ e ‘Yield’ são os outros que chegam mais perto dele nesse quesito.

R.E.M.


Green (1988)
Automatic For The People (1992)
New Adventures In Hi-Fi (1996)

Sou fã do R.E.M. desde dos 80 e já previa que um dia eles estourariam do jeito que foi; só não previ que eles fariam um dos discos que mais gosto entre zilhões: ‘Automatic For The People’, que conta com orquestrações feitas por John Paul Jones e uma penca de músicas maravilhosas. Os outros dois discos que estou disponibilizando aqui também são muito bons, mas não têm a unidade e a classe de ‘Automatic..’.

Radiohead


Pablo Honey (1993)
The Bends (1995)
OK Computer (1997)

O Radiohead é a banda de rock alternativo (na falta de um ‘rótulo’ mais convincente..) que eu mais admiro; esses discos são mais do que essenciais e mostram como uma banda pode evoluir tanto em tão pouco tempo; além disso, são recheados de músicas que acabaram virando ‘clássicos’ de nossos tempos.


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segunda-feira, 14 de abril de 2008

Zumbis Reciclados



White Zombie - Presents Supersexy Swingin' Sounds (1996)




O White Zombie é uma banda bacana, que fazia um som pesadão mas com groove, utilizando também alguns elementos de rock industrial, mas ficou mesmo conhecida por causa de suas influências e constantes referências a filmes ‘B’ de terror e ficção científica. Era uma banda divertida, mas suas músicas são muito parecidas entre si, com destaque para uma ou outra com um refrão ou riff mais pegajoso, ou qualquer coisa que as destacasse no meio de tantas.
Juntos desde 1990, Rob Zombie (vocais), J (guitarra), Sean Yseult (baixo) e John Tempesta (bateria) inicialmente faziam um som mais ao estilo noise rock, como o Sonic Youth, mas aos poucos foram assimilando características do heavy metal. O carismático vocalista Rob Zombie acabou se destacando mais do que a banda propriamente e, em 1998, logo após o lançamento de seu primeiro disco solo (‘Hellbilly Deluxe’, também muito parecido com os trabalhos de sua banda original), o White Zombie se dispersou.
Estou postando aqui, com encarte completo, a coletânea de remixes ‘White Zombie Presents Supersexy Swingin' Sounds’, com as versões de, entre outros, The Dust Brothers e P. M. Dawn, para algumas de suas músicas. Confira e comente!...

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11 faixas, VBR 224/320, 87,66mb
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